<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552</id><updated>2011-07-28T12:52:41.293-07:00</updated><title type='text'>Ano Sacerdotal no Flos Carmeli</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-2516795027482142669</id><published>2010-06-20T17:58:00.000-07:00</published><updated>2010-06-20T17:58:38.989-07:00</updated><title type='text'>Encerramento do Ano Sacerdotal</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Homilia do Papa no encerramento do Ano Sacerdotal&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Praça de São Pedro, 11 de junho de 2010&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/TB648Tlt3QI/AAAAAAAADC8/27SnW_SsX94/s1600/DP-1810+copy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" qu="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/TB648Tlt3QI/AAAAAAAADC8/27SnW_SsX94/s320/DP-1810+copy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apresentamos a homilia do Papa Bento XVI na Santa Missa de encerramento do Ano Sacerdotal, na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, Praça de São Pedro, dia 11 de junho de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Pezados irmãos no ministério sacerdotal,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Amados irmãos e irmãs,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Ano Sacerdotal que celebrámos 150 anos depois da morte do Santo Cura d’Ars, modelo do ministério sacerdotal no nosso mundo, está para terminar. Deixámo-nos guiar pelo Cura d’Ars, para voltarmos a compreender a grandeza e a beleza do ministério sacerdotal. O sacerdote não é simplesmente o detentor de um ofício, como aqueles de que toda a sociedade tem necessidade para nela se realizarem certas funções. É que o sacerdote faz algo que nenhum ser humano, por si mesmo, pode fazer: pronuncia em nome de Cristo a palavra da absolvição dos nossos pecados e assim, a partir de Deus, muda a situação da nossa vida. Pronuncia sobre as ofertas do pão e do vinho as palavras de agradecimento de Cristo que são palavras de transubstanciação – palavras que O tornam presente a Ele mesmo, o Ressuscitado, o seu Corpo e o seu Sangue, e assim transformam os elementos do mundo: palavras que abrem de par em par o mundo a Deus e o unem a Ele. Por conseguinte, o sacerdócio não é simplesmente «ofício», mas sacramento: Deus serve-Se de um pobre homem a fim de, através dele, estar presente para os homens e agir em seu favor. Esta audácia de Deus – que a Si mesmo Se confia a seres humanos; que, apesar de conhecer as nossas fraquezas, considera os homens capazes de agir e estar presentes em seu nome – esta audácia de Deus é o que de verdadeiramente grande se esconde na palavra «sacerdócio». Que Deus nos considere capazes disto; que deste modo Ele chame homens para o seu serviço e Se prenda assim, a partir de dentro, a eles: isto é o que, neste ano, queríamos voltar a considerar e compreender. Queríamos despertar a alegria por termos Deus assim tão perto, e a gratidão pelo facto de Ele Se confiar à nossa fraqueza, de Ele nos conduzir e sustentar dia após dia. E queríamos assim voltar a mostrar aos jovens que esta vocação, esta comunhão de serviço a Deus e com Deus, existe; antes, Deus está à espera do nosso «sim». Juntos com a Igreja, queríamos novamente assinalar que esta vocação devemos pedi-la a Deus. Pedimos operários para a messe de Deus, mas este pedido a Deus é simultaneamente Deus que bate à porta do coração de jovens que se considerem capazes daquilo de que Deus os considera capazes. Era de esperar que este novo resplendor do sacerdócio não fosse visto com agrado pelo «inimigo»; este teria preferido vê-lo desaparecer, para que em definitivo Deus fosse posto fora do mundo. E assim aconteceu que, precisamente neste ano de alegria pelo sacramento do sacerdócio, vieram à luz os pecados dos sacerdotes – sobretudo o abuso contra crianças, no qual o sacerdócio enquanto serviço da solicitude de Deus em benefício do homem se transforma no contrário. Também nós pedimos insistentemente perdão a Deus e às pessoas envolvidas, enquanto pretendemos e prometemos fazer tudo o possível para que um tal abuso nunca mais possa suceder; prometemos que, na admissão ao ministério sacerdotal e na formação ao longo do caminho de preparação para o mesmo, faremos tudo o que pudermos para avaliar a autenticidade da vocação, e que queremos acompanhar ainda mais os sacerdotes no seu caminho, para que o Senhor os proteja e guarde em situações penosas e nos perigos da vida. Se o Ano Sacerdotal devesse ser uma glorificação do nosso serviço humano pessoal, teria ficado arruinado com estas vicissitudes. Mas, para nós, tratava-se precisamente do contrário: sentir-se agradecidos pelo dom de Deus, dom que se esconde em «vasos de argila» e que sem cessar, através de toda a fraqueza humana, concretiza neste mundo o seu amor. Assim consideramos tudo o que sucedeu como um serviço de purificação, um serviço que nos lança para o futuro e faz agradecer e amar muito mais o grande dom de Deus. Deste modo, o dom torna-se o compromisso de responder à coragem e à humildade de Deus com a nossa coragem e a nossa humildade. Nesta hora, a palavra de Cristo, que proclamámos no cântico de entrada desta liturgia, pode dizer-nos o que significa tornar-se e ser sacerdotes: «Tomai o meu jugo sobre vós e aprendei de Mim, que Eu sou manso e humilde de Coração» (Mt 11, 29).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Celebramos a festa do Sagrado Coração de Jesus e, com a liturgia, por assim dizer lançamos um olhar dentro do Coração de Jesus que, na morte, foi aberto pela lança do soldado romano. Sim, o seu Coração está aberto por nós e aos nossos olhos; e deste modo está aberto o Coração do próprio Deus. A liturgia dá-nos a interpretação da linguagem do Coração de Jesus, que fala sobretudo de Deus como pastor dos homens e, deste modo, manifesta-nos o sacerdócio de Jesus, que está radicado no íntimo do seu Coração; indica-nos assim o perene fundamento e também o critério válido de todo o ministério sacerdotal, que deve estar sempre ancorado no Coração de Jesus e ser vivido a partir dele. Hoje queria meditar principalmente sobre os textos com que a Igreja em oração responde à Palavra de Deus apresentada nas leituras. Nestes cânticos, compenetram-se palavra e resposta; por um lado, são tirados da Palavra de Deus, mas, por outro e simultaneamente, são já a resposta do homem à referida Palavra, resposta na qual a própria Palavra se comunica e entra na nossa vida. O mais importante destes textos na liturgia de hoje é o Salmo 22 (23) – «O Senhor é meu pastor» –; nele Israel acolheu em oração a auto-revelação de Deus como pastor e dela fez a orientação para a sua própria vida. «O Senhor é meu pastor, nada me falta»: neste primeiro versículo, exprimem-se alegria e gratidão pelo facto de Deus estar presente e Se ocupar de nós. A leitura tirada do Livro de Ezequielcomeça com o mesmo tema: «Eu próprio tomarei cuidado das minhas ovelhas, Eu é que hei-de olhar por elas» (Ez 34, 11). Deus, pessoalmente, cuida de mim, de nós, da humanidade. Não fui deixado sozinho, perdido no universo e numa sociedade onde se fica cada vez mais desorientado. Ele cuida de mim. Não é um Deus distante, para Quem contaria muito pouco a minha vida. As religiões da Terra, por aquilo que nos é dado ver, sempre souberam que, em última análise, só há um Deus; mas este Deus era distante. Aparentemente, Ele deixava o mundo abandonado às outras potestades e forças, às outras divindades. Com estas, era preciso encontrar um acordo. O Deus único era bom, mas distante. Não constituía um perigo, mas tampouco oferecia uma ajuda. Assim, não era necessário ocupar-se d’Ele. Não era Ele que dominava. Por estranho que pareça, este pensamento ressurgiu no Iluminismo. Que o mundo pressupõe um Criador, ainda se compreendia. Este Deus teria construído o mundo, mas depois, evidentemente, retirou-se dele. Agora o mundo tinha um conjunto próprio de leis, segundo as quais se desenvolvia e nas quais Deus não intervinha, nem podia intervir. Deus era apenas uma origem remota. Muitos talvez não desejassem sequer que Deus cuidasse deles. Não queriam ser incomodados por Deus. Mas, sempre que a solicitude e o amor de Deus são sentidos como incómodo, o ser humano acaba subvertido. É bom e consolador saber que há uma pessoa que me ama e cuida de mim; mas muito mais decisivo é que exista um Deus que me conhece, me ama e Se preocupa comigo. «Conheço as minhas ovelhas, e elas conhecem-Me» (Jo 10, 14): diz a Igreja, antes do Evangelho, tomando uma palavra do Senhor. Deus conhece-me, preocupa-Se comigo: este pensamento deveria fazer-nos verdadeiramente felizes; deixemo-lo penetrar profundamente no nosso íntimo. Então compreenderemos também o que significa isto: Deus quer que nós, como sacerdotes, num pequenino ponto da história, compartilhemos as suas preocupações pelos homens. Como sacerdotes, queremos ser pessoas que, em comunhão com a sua solicitude pelos homens, cuidamos deles e lhes fazemos experimentar concretamente esta solicitude de Deus. E o sacerdote, no âmbito que lhe está confiado, deveria poder dizer juntamente com o Senhor: «Conheço as minhas ovelhas, e elas conhecem-me». O sentido deste «conhecer», na Sagrada Escritura, nunca é simplesmente o de um saber exterior, como quando se conhece o número do telefone de uma pessoa; mas «conhecer» significa estar interiormente próximo do outro, amá-lo. Nós havemos de procurar «conhecer» os homens por parte de Deus e em ordem a Deus; havemos de procurar caminhar com eles pela estrada da amizade de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltemos ao nosso Salmo. Lá se diz: «Ele me guia pelo caminho mais seguro para glória do seu nome. Passarei ravinas tenebrosas e não temo; Vós estais comigo, o vosso cajado me sossega» (22, 3-4). O pastor indica a estrada certa àqueles que lhe estão confiados. Vai à sua frente e guia-os. Por outras palavras: o Senhor mostra-nos como se realiza de modo justo o ser homens. Ensina-nos a arte de ser pessoa. Que devo fazer para não me afundar, para não desperdiçar a minha vida com o que não tem sentido? Esta é precisamente a pergunta que cada homem se deve colocar a si mesmo, válida em cada período da vida. E como é grande a escuridão à volta de tal pergunta, no nosso tempo! Vem-nos sempre de novo à mente aquela atitude de Jesus, que Se enchera de compaixão pelos homens, porque eram como ovelhas sem pastor. Senhor, tende piedade também de nós! Indicai-nos a estrada! A partir do Evangelho, sabemos isto: Ele mesmo é o caminho. Viver com Cristo, segui-Lo: isto significa encontrar o caminho certo, para que a nossa vida ganhe sentido e possamos dizer um dia: «Sim, foi bom viver». O povo de Israel sentia-se, e sente-se, agradecido a Deus, porque lhe indicou, nos Mandamentos, o caminho da vida. O longo Salmo 118 (119) é todo ele uma expressão de alegria por este facto: não titubeamos na escuridão. Deus mostrou-nos qual é o caminho, como podemos caminhar de modo certo. O que dizem os Mandamentos foi sintetizado na vida de Jesus e tornou-se um modelo vivo. Compreendemos assim que estas directrizes de Deus não são algemas, mas o caminho que Ele nos indica. Podemos alegrar-nos por elas, e exultar porque em Cristo nos aparecem como realidade vivida. Ele mesmo nos tornou felizes. Caminhando juntamente com Cristo, fazemos a experiência da alegria da Revelação, e, como sacerdotes, devemos comunicar às pessoas a alegria pelo facto de nos ter sido indicado o caminho certo da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparece depois a palavra que nos fala de «ravinas tenebrosas», através das quais o homem é guiado pelo Senhor. O caminho de cada um de nós conduzir-nos-á um dia às ravinas tenebrosas da morte, onde ninguém pode acompanhar-nos. Mas Ele estará lá. O próprio Cristo desceu à noite escura da morte. Mesmo lá, Ele não nos abandona. Mesmo lá, Ele nos guia. «Se descer aos abismos, ali Vos encontrais»: diz o Salmo 138 (139). Sim, Vós estais presente mesmo no último transe; e assim o nosso Salmo Responsorial pode dizer: mesmo lá, nas ravinas tenebrosas, não temo mal algum. Mas, ao falar de ravinas tenebrosas, podemos pensar também nas ravinas tenebrosas da tentação, do desânimo, da provação, que cada pessoa humana tem de atravessar. Mesmo nestas ravinas tenebrosas da vida, Ele está presente. Sim, Senhor, nas trevas da tentação, nas horas de ofuscamento quando todas as luzes parecem apagar-se, mostrai-me que estais presente. Ajudai-nos, a nós sacerdotes, para podermos nessas noites escuras estar ao lado das pessoas que nos foram confiadas, para podermos mostrar-lhes a vossa luz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«O vosso cajado me sossega»: o pastor precisa de usar o cajado como um bastão contra os animais selvagens que querem irromper no meio do rebanho; contra os salteadores que procuram o seu botim. A par de bastão, o cajado serve também de apoio e ajuda para atravessar sítios difíceis. As duas coisas fazem parte também do ministério da Igreja, do ministério do sacerdote. Também a Igreja deve usar o bastão do pastor, o bastão com que protege a fé contra os falsificadores, contra as orientações que, na realidade, são desorientações. Por isso mesmo este uso do bastão pode ser um serviço de amor. Hoje vemos que não se trata de amor, quando se toleram comportamentos indignos da vida sacerdotal. E também não se trata de amor, se se deixa proliferar a heresia, a deturpação e o descalabro da fé, como se tivéssemos nós autonomamente inventado a fé; como se já não fosse dom de Deus, a pedra preciosa que não deixaremos arrebatar. Ao mesmo tempo, porém, o bastão deve continuar a ser o cajado do pastor, cajado que ajude os homens a poderem caminhar por sendas difíceis e a seguirem o Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A parte final do Salmo fala da mesa preparada, do óleo com que se unge a cabeça, do cálice transbordante, de poder habitar junto do Senhor. No Salmo, tudo isto exprime, antes de mais nada, a dimensão da alegria pela festa de estar com Deus no templo, ser hospedados e servidos por Ele mesmo, poder habitar junto d’Ele. Para nós, que rezamos este Salmo com Cristo e com o seu Corpo que é a Igreja, esta dimensão de esperança adquiriu uma amplidão e profundidade ainda maiores. Por assim dizer, vemos nestas palavras uma antecipação profética do mistério da Eucaristia, no qual Deus mesmo nos acolhe como seus comensais oferecendo-Se-nos a Si mesmo como alimento, como aquele pão e aquele vinho refinados que são os únicos capazes de constituir a derradeira resposta à fome e sede íntima do homem. Como não sentir-se feliz por poder cada dia ser hóspede à própria mesa de Deus, por habitar junto d’Ele? Como não sentir-se feliz pelo facto de Ele nos ter mandado: «Fazei isto em memória de Mim»? Felizes porque Ele nos concedeu preparar a mesa de Deus para os homens, dar-lhes o seu Corpo e o seu Sangue, oferecer-lhes o dom precioso da sua própria presença. Sim, com todo o coração podemos rezar juntos as palavras do Salmo: «A vossa bondade e misericórdia me acompanham no caminhar da minha vida» (22, 6).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por último lancemos, ainda que brevemente, um olhar sobre os dois cânticos da comunhão propostos pela Igreja na sua liturgia de hoje. Em primeiro lugar, temos as palavras com que São João conclui a narração da crucifixão de Jesus: «Um dos soldados abriu o seu lado com uma lança e dele brotou sangue e água» (Jo 19, 34). O Coração de Jesus é trespassado pela lança. Aberto, torna-se uma fonte; a água e o sangue que saem remetem para os dois Sacramentos fundamentais de que vive a Igreja: o Baptismo e a Eucaristia. Do lado trespassado do Senhor, do seu Coração aberto brota a fonte viva que corre através dos séculos e faz a Igreja. O Coração aberto é fonte de um novo rio de vida; neste contexto, João certamente pensou também na profecia de Ezequiel que vê brotar do novo templo um rio que dá fecundidade e vida (cf. Ez 47): o próprio Jesus é o novo templo, e o seu Coração aberto a fonte da qual jorra um rio de vida nova, que se nos comunica no Baptismo e na Eucaristia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas a liturgia da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus prevê como cântico de comunhão ainda outra frase, ligada à primeira, tirada do Evangelho de João: «Se alguém tem sede, venha a Mim e beba, diz o Senhor. Se alguém acredita em Mim, do seu coração brotará uma fonte de água viva» (cf. Jo 7, 37-38). Na fé, por assim dizer bebemos da água viva da Palavra de Deus. Deste modo o próprio fiel torna-se uma fonte, dá à terra sequiosa da história água viva. Vemo-lo nos Santos. Vemo-lo em Maria que, como grande mulher de fé e de amor, se tornou ao longo dos séculos fonte de fé, amor e vida. Cada cristão e cada sacerdote deveriam, a partir de Cristo, tornar-se fonte que comunica vida aos outros. Devemos dar água da vida a um mundo sedento. Senhor, nós Vos agradecemos porque nos abristes o vosso Coração; porque, na vossa morte e na vossa ressurreição, Vos tornastes fonte de vida. Fazei que sejamos pessoas que vivem, que vivem da vossa fonte, e concedei-nos a possibilidade de sermos também nós fontes capazes de dar a este nosso tempo água da vida. Nós Vos agradecemos pela graça do ministério sacerdotal. Senhor, abençoai-nos a nós e abençoai todos os homens deste tempo que estão sedentos e andam à procura. Amen.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saudações no final da Santa Missa&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queridos sacerdotes dos países de língua oficial portuguesa, dou graças a Deus pelo que sois e pelo que fazeis, recordando a todos que nada jamais substituirá o ministério dos sacerdotes na vida da Igreja. A exemplo e sob o patrocínio do Santo Cura d’Ars, perseverai na amizade de Deus e deixai que as vossas mãos e os vossos lábios continuem a ser as mãos e os lábios de Cristo, único Redentor da humanidade. Bem hajam!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fonte : Agência Zenit&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-2516795027482142669?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/2516795027482142669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=2516795027482142669' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/2516795027482142669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/2516795027482142669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2010/06/encerramento-do-ano-sacerdotal.html' title='Encerramento do Ano Sacerdotal'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/TB648Tlt3QI/AAAAAAAADC8/27SnW_SsX94/s72-c/DP-1810+copy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-7842120633093881425</id><published>2010-04-02T07:57:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T07:57:21.749-07:00</updated><title type='text'>Quinta Feira Santa -01 de Abril de 2010 - Sermão de Bento XVI</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/S7YFXgMRQ1I/AAAAAAAACw8/tsZa3_8RSYI/s1600/foto_02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/S7YFXgMRQ1I/AAAAAAAACw8/tsZa3_8RSYI/s320/foto_02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Homilia do Santo Padre Bento XVI - Missa in Coena Domini &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;strong&gt;01 de Abril de 2010 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Amados irmãos e irmãs,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No seu Evangelho, São João refere-nos, mais amplamente do que os outros três evangelistas e com o seu estilo peculiar, os discursos de despedida de Jesus, que se apresentam quase como o seu testamento e a síntese do núcleo essencial da sua mensagem. No início destes discursos, aparece o lava-pés, no qual o serviço redentor de Jesus em favor da humanidade necessitada de purificação é resumido num gesto de humildade. No fim, as palavras de Jesus transformam-se em oração, a sua Oração Sacerdotal, cuja inspiração de fundo foi individuada pelos exegetas no ritual da Festa judaica da Expiação. O que constituía o sentido daquela festa e dos seus ritos – a purificação do mundo, a sua reconciliação com Deus – realiza-se com o acto de Jesus rezar: um rezar que antecipa a Paixão e ao mesmo tempo transforma-a em oração. Assim, na Oração Sacerdotal, torna-se visível também, de maneira muito particular, o mistério permanente de Quinta-feira Santa: o novo sacerdócio de Jesus Cristo e a sua continuação na consagração dos Apóstolos, com a participação dos discípulos no sacerdócio do Senhor. Deste texto inexaurível, pretendo, nesta hora, escolher três afirmações de Jesus, que nos podem introduzir mais profundamente no mistério da Quinta-feira Santa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A primeira delas é a frase: «É esta a vida eterna: que Te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro, e Àquele que enviaste, Jesus Cristo» (Jo 17, 3). Todo o ser humano quer viver. Deseja uma vida verdadeira, plena, uma vida que valha a pena, que seja feliz. Associada com este anseio pela vida, aparece ao mesmo tempo a resistência contra a morte, a qual porém é invencível. Quando Jesus fala da vida eterna, pensa no modo autêntico da vida – uma vida que é vida em plenitude e, consequentemente, livre da morte, mas que pode realmente começar já neste mundo; antes, deve ter início aqui: somente se aprendermos já agora a viver de modo autêntico, se aprendermos aquela vida que a morte não pode tirar, é que a promessa da eternidade tem sentido. Mas como é que isto se realiza? O que vem a ser esta vida verdadeiramente eterna, que a morte não pode lesar? A resposta de Jesus, acabamos de a ouvir: A vida verdadeira é que Te conheçam a Ti – Deus – e o teu Enviado, Jesus Cristo. Com surpresa nossa, é-nos dito que vida é conhecimento. Isto significa antes de mais nada: vida é relação. Ninguém recebe a vida de si mesmo e só para si mesmo. Recebemo-la do outro, na relação com o outro. Se é uma relação na verdade e no amor, um dar e receber, a mesma dá plenitude à vida, torna-a bela. Mas, por isso mesmo, a destruição da relação por obra da morte, pode ser particularmente dolorosa, pode pôr em questão a própria vida. Somente a relação com Aquele que em Si próprio é a Vida, pode sustentar a minha vida mesmo para além das águas da morte, pode conduzir-me vivo através delas. Na filosofia grega, já existia a ideia de que o homem pode encontrar uma vida eterna, se se agarrar àquilo que é indestrutível – à verdade que é eterna. Deveria, por assim dizer, encher-se de verdade, para trazer em si a substância da eternidade. Mas, somente se a verdade for Pessoa, é que pode levar-me através da noite da morte. Nós agarramo-nos a Deus – a Jesus Cristo, o Ressuscitado; e somos assim levados por Aquele que é a própria Vida. Nesta relação, nós vivemos mesmo atravessando a morte, porque não nos abandona Aquele que é a própria Vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas, voltemos à frase de Jesus… É esta a vida eterna: que Te conheçam a Ti e ao teu Enviado. O conhecimento de Deus torna-se vida eterna. Obviamente, por «conhecimento», aqui entende-se algo mais do que um saber exterior, como acontece quando sabemos, por exemplo, da morte de uma pessoa famosa e da realização de uma invenção. Conhecer, no sentido da Sagrada Escritura, é tornar-se interiormente um só com o outro. Conhecer Deus, conhecer Cristo significa sempre também amá-Lo, tornar-se em certa medida um só com Ele em virtude do conhecer e do amar. Por conseguinte, a nossa vida torna-se autêntica, verdadeira e também eterna, se conhecermos Aquele que é a fonte de todo o ser e de toda a vida. Assim a palavra de Jesus torna-se para nós convite: tornemo-nos amigos de Jesus, procuremos conhecê-Lo cada vez mais! Vivamos em diálogo com Ele! Aprendamos d’Ele a vida recta, tornemo-nos suas testemunhas! Tornar-nos-emos assim pessoas que amam e agiremos de modo justo. Então viveremos verdadeiramente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao longo da Oração Sacerdotal, Jesus fala duas vezes da revelação do nome de Deus: «Manifestei o teu nome aos homens que do mundo Me deste» (v. 6); «dei-lhes a conhecer o teu nome e dá-lo-ei a conhecer, para que o amor com que Me amaste esteja neles e Eu esteja neles» (v. 26). O Senhor faz aqui alusão ao episódio da sarça ardente; lá Deus, respondendo à pergunta de Moisés, revelara o seu nome. Portanto Jesus quer dizer que leva a termo o que se iniciara junto da sarça ardente: Deus, que Se dera a conhecer a Moisés, agora revela-Se plenamente n’Ele. E, com isto, Ele realiza a reconciliação: o amor com que Deus ama o seu Filho no mistério da Trindade, envolve agora os homens nesta circulação divina do amor. Mas concretamente que significa que a revelação da sarça ardente é levada a termo, alcança plenamente a sua meta? O essencial do acontecimento do monte Horeb não foi a palavra misteriosa, o “nome”, que Deus entregara a Moisés, por assim dizer, como sinal de reconhecimento. Comunicar o nome significa entrar em relação com o outro. Por isso, a revelação do nome divino significa que Deus, infinito e subsistente em Si mesmo, entra no entrelaçamento de relações dos homens: Ele, por assim dizer, sai de Si mesmo e torna-Se um de nós, um que está presente no meio de nós e ao nosso dispor. Por isso, Israel, sob o nome de Deus não viu apenas um termo envolvido em mistério, mas o facto de Deus estar-connosco. Segundo a Sagrada Escritura, o Templo é o lugar onde habita o nome de Deus. Nenhum espaço terreno encerra Deus; Ele permanece infinitamente acima do mundo. Mas, no Templo, está presente ao nosso dispor como Aquele que pode ser chamado – como Aquele que quer estar connosco. Este estar de Deus com o seu povo realiza-se na incarnação do Filho. Nesta, completa-se realmente o que tivera início junto da sarça ardente: Deus enquanto Homem pode ser chamado por nós e está perto de nós. Ele é um de nós, sem deixar de ser o Deus eterno e infinito. O seu amor sai, por assim dizer, d’Ele mesmo e entra em nós. O mistério eucarístico, a presença do Senhor sob as espécies do pão e do vinho é a máxima e mais alta condensação deste novo estar-connosco de Deus. «Tu és, na verdade, um Deus escondido, Deus de Israel» - rezava o profeta Isaías (45, 15). Isto continua a ser verdade; mas ao mesmo tempo podemos dizer: verdadeiramente tu és um Deus próximo, és Deus-connosco. Revelaste-nos o teu mistério e mostraste-nos o teu rosto. Revelaste-Te a Ti mesmo e Te entregaste nas nossas mãos… Nesta hora, deve invadir-nos a alegria e a gratidão por Ele Se ter manifestado; por Ele, o Infinito e o Inacessível para a nossa razão, ser o Deus próximo que ama, o Deus que podemos conhecer e amar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O pedido mais conhecido da Oração Sacerdotal é o da unidade para os discípulos, para aqueles de então e os que haviam de vir: «Não peço somente por eles – a comunidade dos discípulos reunida no Cenáculo – mas também por aqueles que vão acreditar em Mim por meio da sua palavra, para que eles sejam todos um, como Tu, Pai, o és em Mim e Eu em Ti, para que também eles sejam um em Nós e o mundo acredite que Tu Me enviaste» (v. 20s; cf. vv. 11 e 13). Em concreto, que pede aqui o Senhor? Antes de mais nada, Ele reza pelos discípulos daquele tempo e de todos os tempos futuros. Olha em frente para a história futura em toda a sua amplitude. Vê os perigos dela e recomenda esta comunidade ao coração do Pai. Pede ao Pai a Igreja e a sua unidade. Foi dito que a Igreja não aparece no Evangelho de João. Não é verdade; aparece aqui com as suas características essenciais: como a comunidade dos discípulos que, através da palavra apostólica, acreditam em Jesus Cristo e assim se tornam um só. Jesus suplica a Igreja como una e apostólica. Assim esta oração revela-se, propriamente, um acto fundador da Igreja. O Senhor pede a Igreja ao Pai. Esta nasce da oração de Jesus e por meio do anúncio dos Apóstolos, que dão a conhecer o nome de Deus e introduzem os homens na comunidade de amor com Deus. E, por conseguinte, Jesus pede que o anúncio dos discípulos continue ao longo dos tempos; que tal anúncio reúna homens que, baseados no mesmo, reconheçam Deus e o seu Enviado, o Filho Jesus Cristo. Ele reza para que os homens sejam conduzidos à fé e, por meio desta, ao amor. Pede ao Pai que estes crentes «sejam um em Nós» (v. 21); isto é, que vivam na comunhão interior com Deus e com Jesus Cristo e que, a partir deste estar interiormente na comunhão com Deus, se crie a unidade visível. Duas vezes disse o Senhor que esta unidade deverá fazer com que o mundo acredite na missão de Jesus. Portanto deve ser uma unidade que se possa ver: uma unidade que ultrapasse tanto aquilo que habitualmente é possível entre os homens, que se torne um sinal para o mundo e afiance a missão de Jesus Cristo. A oração de Jesus dá-nos a garantia de que o anúncio dos Apóstolos não poderá jamais cessar na história; que suscitará sempre a fé e congregará homens na unidade – uma unidade que se torna testemunho para a missão de Jesus Cristo. Mas esta oração também é sempre um exame de consciência para nós. Nesta hora, o Senhor interpela-nos: vives tu, através da fé, em comunhão comigo e, deste modo, em comunhão com Deus? Ou não estarás porventura a viver mais para ti mesmo, afastando-te assim da fé? E, por isto, não serás talvez culpado da divisão que obscurece a minha missão no mundo, que fecha aos homens o acesso ao amor de Deus? Foi uma componente da Paixão histórica de Jesus e continua uma parte daquela sua Paixão que se prolonga na história o facto de ter Ele visto, e ver, tudo aquilo que ameaça, que destrói a unidade. Quando meditarmos na Paixão do Senhor, devemos também sentir a dor de Jesus pela facto de nos encontrarmos em contraste com a sua oração, de fazermos resistência ao seu amor; de nos opormos à unidade, que deve ser para o mundo testemunho da sua missão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nesta hora, em que o Senhor Se oferece a Si mesmo – o seu corpo e o seu sangue – na Santíssima Eucaristia, em que Se entrega nas nossas mãos e corações, oxalá nos deixemos tocar pela sua oração. Oxalá entremos nós mesmos na sua oração, suplicando-Lhe: Sim, Senhor, concede-nos a fé em Ti, que sois um só com o Pai no Espírito Santo; concede-nos viver no teu amor para assim nos tornarmos um só como Tu és um só com o Pai, a fim de que o mundo acredite. Ámen.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;fonte : Rádio Vaticano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-7842120633093881425?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.flordocarmelo.blogspot.com' title='Quinta Feira Santa -01 de Abril de 2010 - Sermão de Bento XVI'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/7842120633093881425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=7842120633093881425' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/7842120633093881425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/7842120633093881425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2010/04/quinta-feira-santa-01-de-abril-de-2010.html' title='Quinta Feira Santa -01 de Abril de 2010 - Sermão de Bento XVI'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/S7YFXgMRQ1I/AAAAAAAACw8/tsZa3_8RSYI/s72-c/foto_02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-2595880504566090018</id><published>2010-03-18T19:28:00.000-07:00</published><updated>2010-03-18T19:28:24.427-07:00</updated><title type='text'>Vem e Segue-me - Carta do Santo Padre Bento XVI aos Jovens</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Com motivo da Jornada Mundial da Juventude&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/S6LgW2CScfI/AAAAAAAACvM/CMeLOzF3UnI/s1600-h/bento1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://2.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/S6LgW2CScfI/AAAAAAAACvM/CMeLOzF3UnI/s200/bento1.jpg" vt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 18 de março de 2010 (ZENIT.org).- Apresentamos a seguir a mensagem de Bento XVI aos jovens, com motivo da próxima Jornada Mundial da Juventude, que se celebrará em âmbito diocesano no Domingo de Ramos, a 28 de março.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;«Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Queridos amigos,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Celebra-se este ano o vigésimo quinto aniversário de instituição da Jornada Mundial da Juventude, desejada pelo Venerável João Paulo II como encontro anual dos jovens crentes do mundo inteiro. Foi uma iniciativa profética que deu frutos abundantes, permitindo às novas gerações cristãs encontrar-se, pôr-se à escuta da Palavra de Deus, descobrir a beleza da Igreja e viver experiências fortes de fé que levaram muitos à decisão de doar-se totalmente a Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta XXV Jornada representa uma etapa rumo ao próximo Encontro Mundial dos Jovens, que terá lugar no mês de Agosto de 2011 em Madrid, onde espero sejais numerosos a viver este evento de graça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para nos prepararmos para tal celebração, gostaria de vos propor algumas reflexões sobre o tema deste ano: «Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17), tirado do episódio evangélico do encontro de Jesus com o jovem rico; um tema abordado já em 1985 pelo Papa João Paulo II numa belíssima Carta, a primeira dirigida aos jovens.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Jesus encontra um jovem&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Quando saía [Jesus], para se pôr a caminho – narra o Evangelho de São Marcos –aproximou-se dele um homem a correr e, ajoelhando-se, perguntou: “Bom mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?”. Jesus disse-lhe: “Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão só Deus. Sabes os mandamentos: não matarás, não adulterarás, não roubarás, não levantarás falso testemunho, não defraudarás, honrarás teu pai e tua mãe”. Ele respondeu-lhe: “Mestre, tenho guardado tudo isto desde a minha juventude”. Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele, e respondeu-lhe: “Falta-te apenas uma coisa: vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no Céu; depois, vem e segue-me!”. Mas, ao ouvir tais palavras, anuviou-se-lhe o semblante e retirou-se pesaroso, pois tinha grande fortuna» (Mc 10, 17-22).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta narração exprime de maneira eficaz a grande atenção de Jesus pelos jovens, por vós, pelas vossas expectativas, pelas vossas esperanças, e mostra como é grande o seu desejo de vos encontrar pessoalmente e entrar em diálogo com cada um de vós. Com efeito, Cristo interrompe o seu caminho para responder ao pedido do seu interlocutor, manifestando plena disponibilidade àquele jovem, que é impelido por um ardente desejo de falar com o «Bom Mestre», para aprender dele a percorrer o caminho da vida. Com este trecho evangélico, o meu Predecessor queria exortar cada um de vós a «desenvolver o próprio diálogo com Cristo – um diálogo que é de importância fundamental e essencial para um jovem» (Carta aos jovens, n. 2).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Jesus fitou-o e sentiu afeição por ele&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na narração evangélica, São Marcos sublinha como «Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele» (Mc 10, 21). No olhar do Senhor, está o coração deste encontro muito especial e de toda a experiência cristã. Com efeito, o cristianismo não é primariamente uma moral, mas experiência de Jesus Cristo, que nos ama pessoalmente, jovens ou idosos, pobres ou ricos; ama-nos mesmo quando lhe voltamos as costas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comentando a cena, o Papa João Paulo II acrescentava, dirigindo-se a vós, jovens: «Faço votos por que experimenteis um olhar assim! Faço votos por que experimenteis a verdade de que Ele, Cristo, vos fixa com amor» (Carta aos jovens, n. 7). Um amor, que se manifestou na Cruz de maneira tão plena e total, que São Paulo escreve maravilhado: «Amou-me e entregou-se por mim» (Gl 2, 20). «A consciência de que o Pai nos amou desde sempre no seu Filho, de que Cristo ama cada um e sempre – escreve ainda o Papa João Paulo II – torna-se um ponto de apoio firme para toda a nossa existência humana» (Carta aos jovens, n. 7) e permite-nos superar todas as provas: a descoberta dos nossos pecados, o sofrimento, o desânimo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste amor, encontra-se a fonte de toda a vida cristã e a razão fundamental da evangelização: se verdadeiramente encontrámos Jesus, não podemos deixar de o testemunhar àqueles que ainda não se cruzaram com o seu olhar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. A descoberta do projeto de vida&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No jovem do Evangelho, podemos vislumbrar uma condição muito semelhante à de cada um de vós. Também vós sois ricos de qualidades, energias, sonhos, esperanças: recursos que possuís em abundância! A vossa própria idade constitui uma grande riqueza não apenas para vós, mas também para os outros, para a Igreja e para o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O jovem rico pergunta a Jesus: «Que devo fazer?» A estação da vida em que vos encontrais é tempo de descoberta: dos dons que Deus vos concedeu e das vossas responsabilidades. É, igualmente, tempo de opções fundamentais para construir o vosso projecto de vida. Por outras palavras, é o momento de vos interrogardes sobre o sentido autêntico da existência, perguntando a vós mesmos: «Estou satisfeito com a minha vida? Ou falta-me ainda qualquer coisa»?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como o jovem do Evangelho, talvez vós vivais também situações de instabilidade, de perturbação ou de sofrimento, que vos levam a aspirar a uma vida não medíocre e a perguntar-vos: em que consiste uma vida bem sucedida? Que devo fazer? Qual poderia ser o meu projecto de vida? «Que devo fazer a fim de que a minha vida tenha pleno valor e pleno sentido?» (Ibid., n. 3).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não tenhais medo de enfrentar estas perguntas! Longe de vos acabrunhar, elas exprimem as grandes aspirações, que estão presentes no vosso coração. Portanto, devem ser ouvidas. Esperam respostas não superficiais, mas capazes de satisfazer as vossas autênticas expectativas de vida e felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para descobrir o projecto de vida que vos pode tornar plenamente felizes, colocai-vos à escuta de Deus, que tem um desígnio de amor sobre cada um de vós. Com confiança, perguntai-lhe: «Senhor, qual é o teu desígnio de Criador e Pai sobre a minha vida? Qual é a tua vontade? Desejo cumpri-la». Estai certos de que vos responderá. Não tenhais medo da sua resposta! «Deus é maior que os nossos corações e conhece tudo» (1 Jo 3, 20)!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. Vem e segue-me!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jesus convida o jovem rico a ir mais além da satisfação das suas aspirações e dos seus projectos pessoais, dizendo-lhe: «Vem e segue-me!». A vocação cristã deriva de uma proposta de amor do Senhor e só pode realizar-se graças a uma resposta de amor: «Jesus convida os seus discípulos ao dom total da sua vida, sem cálculos nem vantagens humanas, com uma confiança sem reservas em Deus. Os santos acolhem este convite exigente e, com docilidade humilde, põe-se a seguir Cristo crucificado e ressuscitado. A sua perfeição na lógica da fé, às vezes humanamente incompreensível, consiste em nunca se colocarem a si mesmos no centro, mas decidirem ir contra a corrente, vivendo segundo o Evangelho» (Bento XVI, «Homilia por ocasião das canonizações», in L'Osservatore Romano, 12-13/X/2009, pág. 6).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A exemplo de muitos discípulos de Cristo, acolhei também vós, queridos amigos, com alegria o convite a seguir Jesus, para viverdes intensa e fecundamente neste mundo. Com efeito, mediante o Baptismo, Ele chama cada um a segui-lo com acções concretas, a amá-lo sobre todas as coisas e a servi-lo nos irmãos. Infelizmente, o jovem rico não acolheu o convite de Jesus e retirou-se pesaroso. Não encontrara coragem para se desapegar dos bens materiais a fim de possuir o bem maior proposto por Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A tristeza do jovem rico do Evangelho é aquela que nasce no coração de cada um, quando não tem a coragem de seguir Cristo, de fazer a escolha justa. Mas nunca é tarde demais para lhe responder!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jesus nunca se cansa de estender o seu olhar de amor sobre nós, chamando-nos a ser seus discípulos; a alguns, porém, Ele propõe uma opção mais radical. Neste Ano Sacerdotal, gostaria de exortar os jovens e adolescentes a estarem atentos para ver se o Senhor os convida a um dom maior, no caminho do sacerdócio ministerial, e a tornarem-se disponíveis para acolher com generosidade e entusiasmo este sinal de predilecção especial, empreendendo, com a ajuda de um sacerdote, do director espiritual, o necessário caminho de discernimento. Depois, não tenhais medo, queridos jovens e queridas jovens, se o Senhor vos chamar à vida religiosa, monástica, missionária ou de especial consagração: Ele sabe dar alegria profunda a quem responde com coragem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, a quantos sentem a vocação ao matrimónio, convido a acolhê-la com fé, comprometendo-se a lançar bases sólidas para viver um amor grande, fiel e aberto ao dom da vida, que é riqueza e graça para a sociedade e para a Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. Orientados para a vida eterna&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Que devo fazer para alcançar a vida eterna?»: esta pergunta do jovem do Evangelho parece distante das preocupações de muitos jovens contemporâneos; porventura, como observava o meu Predecessor, «não somos nós a geração cujo horizonte da existência está completamente preenchido pelo mundo e pelo progresso temporal?» (Carta aos jovens, n. 5). Mas a questão acerca da «vida eterna» impõe-se em momentos particularmente dolorosos da existência, como quando sofremos a perda de uma pessoa querida ou experimentamos o insucesso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mas o que é a «vida eterna», de que fala o jovem rico? Jesus no-lo explica quando, dirigindo-se aos seus discípulos, afirma: «Hei-de ver-vos de novo; e o vosso coração alegrar-se-á e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria» (Jo 16, 22). São palavras que indicam uma proposta sublime de felicidade sem fim: a alegria de sermos cumulados pelo amor divino para sempre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O interrogar-se sobre o futuro definitivo que nos espera dá sentido pleno à existência, porque orienta o projecto de vida não para horizontes limitados e passageiros mas amplos e profundos, que levam a amar o mundo, tão amado pelo próprio Deus, a dedicar-se ao seu desenvolvimento, mas sempre com a liberdade e a alegria que nascem da fé e da esperança. São horizontes que nos ajudam a não absolutizar as realidades terrenas, sentindo que Deus nos prepara um bem maior, e a repetir com Santo Agostinho: «Desejemos juntos a pátria celeste, suspiremos pela pátria celeste, sintamo-nos peregrinos aqui na terra» (Comentário ao Evangelho de São João, Homilia 35, 9). Com o olhar fixo na vida eterna, o Beato Pier Giorgio Frassati – falecido em 1925, com a idade de 24 anos – dizia: «Quero viver; não ir vivendo!» e, numa fotografia a escalar uma montanha que enviou a um amigo, escrevera: «Rumo ao alto!», aludindo à perfeição cristã mas também à vida eterna.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Queridos jovens, exorto-vos a não esquecer esta perspectiva no vosso projecto de vida: somos chamados à eternidade. Deus criou-nos para estar com Ele, para sempre. Aquela ajudar-vos-á a dar um sentido pleno às vossas decisões e a dar qualidade à vossa existência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;6. Os mandamentos, caminho do amor autêntico&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Jesus recorda ao jovem rico os dez mandamentos como condições necessárias para «alcançar a vida eterna». Constituem pontos de referência essenciais para viver no amor, para distinguir claramente o bem do mal e construir um projecto de vida sólido e duradouro. Também a vós, Jesus pergunta se conheceis os mandamentos, preocupando-vos em formar a vossa consciência segundo a lei divina, e se os pondes em prática.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Sem dúvida, trata-se de perguntas contra a corrente em relação à mentalidade contemporânea, que propõe uma liberdade desligada de valores, de regras, de normas objectivas, e convida a não colocar limites aos desejos do momento. Mas este tipo de proposta, em vez de conduzir à verdadeira liberdade, leva o homem a tornar-se escravo de si mesmo, dos seus desejos imediatos, de ídolos como o poder, o dinheiro, o prazer desenfreado e as seduções do mundo, tornando-o incapaz de seguir a sua vocação natural ao amor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Deus dá-nos os mandamentos, porque nos quer educar para a verdadeira liberdade, porque quer construir connosco um Reino de amor, de justiça e de paz. Ouvi-los e pô-los em prática não significa alienar-se, mas encontrar o caminho da liberdade e do amor autênticos, porque os mandamentos não limitam a felicidade, mas indicam o modo como encontrá-la. No início do diálogo com o jovem rico, Jesus recorda que a lei dada por Deus é boa, porque «Deus é bom».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;7. Temos necessidade de vós&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Quem vive hoje a condição juvenil encontra-se a enfrentar muitos problemas resultantes do desemprego, da falta de referências ideais certas e de perspectivas concretas para o futuro. Às vezes pode-se ficar com a impressão de impotência diante das crises e derivas actuais. Apesar das dificuldades, não vos deixeis desencorajar nem renuncieis aos vossos sonhos! Pelo contrário, cultivai no coração desejos grandes de fraternidade, de justiça e de paz. O futuro está nas mãos de quem souber procurar e encontrar razões fortes de vida e de esperança. Se quiserdes, o futuro está nas vossas mãos, porque os dons e as riquezas que o Senhor guardou no coração de cada um de vós, plasmados pelo encontro com Cristo, podem dar esperança autêntica ao mundo! É a fé no seu amor que, tornando-vos fortes e generosos, vos dará a coragem de enfrentar com serenidade o caminho da vida e assumir as responsabilidades familiares e profissionais. Comprometei-vos a construir o vosso futuro através de percursos sérios de formação pessoal e de estudo, para servir o bem comum de maneira competente e generosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Na recente Carta Encíclica sobre o desenvolvimento humano integral, Caritas in veritate, enumerei alguns dos grandes desafios actuais que são urgentes e essenciais para a vida deste mundo: a utilização dos recursos da terra e o respeito pela ecologia, a justa repartição dos bens e o controle dos mecanismos financeiros, a solidariedade com os países pobres no âmbito da família humana, a luta contra a fome no mundo, a promoção da dignidade do trabalho humano, o serviço à cultura da vida, a construção da paz entre os povos, o diálogo inter-religioso, o bom uso dos meios de comunicação social.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;São desafios a que sois chamados a responder para construir um mundo mais justo e fraterno. São desafios que requerem um projecto de vida exigente e apaixonante, no qual investir toda a vossa riqueza, segundo o desígnio que Deus tem para cada um de vós. Não se trata de realizar gestos heróicos ou extraordinários, mas de agir fazendo frutificar os próprios talentos e possibilidades, comprometendo-se a progredir constantemente na fé e no amor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Neste Ano Sacerdotal, convido-vos a conhecer a vida dos santos, em particular a dos santos sacerdotes. Vereis que Deus os guiou, tendo encontrado o seu caminho dia após dia precisamente na fé, na esperança e no amor. Cristo chama cada um de vós a comprometer-se com Ele e a assumir as próprias responsabilidades para construir a civilização do amor. Se seguirdes a sua Palavra, também o vosso caminho se iluminará e vos conduzirá rumo a metas elevadas, que dão alegria e sentido pleno à vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Que a Virgem Maria, Mãe da Igreja, vos acompanhe com a sua protecção. Asseguro-vos uma lembrança particular na minha oração e, com grande afecto, vos abençoo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Vaticano, 22 de Fevereiro de 2010&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;BENEDICTUS PP. XVI&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-2595880504566090018?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.flordocarmelo.blogspot.com' title='Vem e Segue-me - Carta do Santo Padre Bento XVI aos Jovens'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/2595880504566090018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=2595880504566090018' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/2595880504566090018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/2595880504566090018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2010/03/vem-e-segue-me-carta-do-santo-padre.html' title='Vem e Segue-me - Carta do Santo Padre Bento XVI aos Jovens'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/S6LgW2CScfI/AAAAAAAACvM/CMeLOzF3UnI/s72-c/bento1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-1458034009755034203</id><published>2010-02-10T18:23:00.000-08:00</published><updated>2010-02-10T18:23:17.773-08:00</updated><title type='text'>Carta do Cardeal Dom Cláudio Hummes Prefeito da Congregação para o Clero aos sacerdotes</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://pt.euronews.net/images_old/05/A12-soir-hummes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ct="true" src="http://pt.euronews.net/images_old/05/A12-soir-hummes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Carta do Cardeal Dom Cláudio Hummes Prefeito da Congregação para o Clero aos sacerdotes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Caros Sacerdotes,&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Ano Sacerdotal, anunciado por nosso amado Papa Bento XVI, para celebrar o 150º aniversário da morte de S. João Maria Vianney, o Santo Cura D’Ars, está às portas. O Santo Padre o abrirá a 19 de junho p.f., festa do Sagrado Coração de Jesus e Dia Mundial de oração pela santificação dos sacerdotes. O anúncio deste ano especial teve uma repercussão mundial positiva, especialmente entre os próprios sacerdotes. Todos queremos empenhar-nos com determinação, profundidade e fervor, a fim de que seja um ano amplamente celebrado em todo o mundo, nas dioceses, nas paróquias, em cada comunidade local, com envolvimento caloroso do nosso povo católico, que sem dúvida ama seus padres e os quer ver felizes, santos e alegres no trabalho apostólico quotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deverá ser um ano positivo e propositivo, em que a Igreja quer dizer antes de tudo aos sacerdotes, mas também a todos os cristãos, à sociedade mundial, através dos meios de comunicação global, que ela se orgulha de seus sacerdotes, os ama, os venera, os admira e reconhece com gratidão seu trabalho pastoral e seu testemunho de vida. Realmente, os sacerdotes são importantes não só pelo que fazem, mas também pelo que são. Ao mesmo tempo, é verdade que alguns deles apareceram envolvidos em problemas graves e situações delituosas. Obviamente, é preciso continuar a investigá-los, julgá-los devidamente e puni-los. Estes casos, contudo, dizem respeito somente a uma porcentagem muito pequena do clero. Na sua imensa maioria, os sacerdotes são pessoas muito dignas, dedicadas ao ministério, homens de oração e de caridade pastoral, que investem toda sua vida na realização de sua vocação e missão, muitas vezes com grandes sacrifícios pessoais, mas sempre com amor autêntico a Jesus Cristo, à Igreja e ao povo, solidários com os pobres e os sofridos. Por isso, a Igreja está orgulhosa de seus sacerdotes em todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ano seja também ocasião para um período de intenso aprofundamento da identidade sacerdotal, da teologia do sacerdócio católico e do sentido extraordinário da vocação e da missão dos sacerdotes na Igreja e na sociedade. Isso exigirá congressos de estudo, jornadas de reflexão, exercícios espirituais específicos, conferências e semanas teológicas em nossa faculdades eclesiásticas, pesquisas científicas e respectivas publicações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Santo Padre, em seu discurso de anúncio, durante a Assembléia Plenária da Congregação para o Clero, a 16 de março p.p., disse que com este ano especial pretende-se “favorecer esta tensão dos sacerdotes para a perfeição espiritual da qual sobretudo depende a eficácia do seu ministério”. Por esta razão, deve ser, de modo muito especial, um ano de oração dos sacerdotes, com eles e por eles, um ano de renovação da espiritualidade do presbitério e de cada presbítero. A adoração eucarística pela santificação dos sacerdotes e a maternidade espiritual de monjas, de religiosas consagradas e de leigas referente a sacerdotes , como já proposto, tempos atrás, pela Congregação para o Clero, poderiam ser desenvolvidas com frutos reais de santificação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seja um ano em que se examinem de novo as condições concretas e a sustentação material em que vivem nossos sacerdotes, às vezes submetidos a situações de dura pobreza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seja, ao mesmo tempo, um ano de celebrações religiosas e públicas, que levem o povo, as comunidades católicas locais, a rezar, a meditar, a festejar e a prestar uma justa homenagem a seus sacerdotes. A festa na comunidade eclesial constitui uma expressão muito cordial, que exprime e nutre a alegria cristã, uma alegria que brota da certeza de que Deus nos ama e festeja conosco. Será uma oportunidade para desenvolver a comunhão e a amizade dos sacerdotes com a comunidade que lhes foi confiada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos outros aspectos e iniciativas poderiam ser nomeados para enriquecer o Ano Sacerdotal. Aqui deverá entrar a justa creatividade das Igrejas locais. Por esta razão, convem que cada Conferência Episcopal, cada diocese, cada paróquia e comunidade local estabeleçam, quanto antes, um verdadeiro e próprio programa para este ano especial. Obviamente, será muito importante começar o ano com um evento significativo. No próprio dia da abertura do Ano Sacerdotal em Roma com o Santo Padre, 19 de junho, as Igrejas locais são convidadas a participar, de algum modo, quiçá com um ato litúrgico específico e festivo. Os que puderem vir a Roma para a abertura, venham para manifestar assim a própria participação nesta feliz iniciativa do Papa. Deus, sem dúvida, abençoará este empenho com grande amor. E a Santíssima Virgem Maria, Rainha do Clero, intercederá por todos vós, caros sacerdotes!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cardeal Dom Cláudio Hummes&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Arcebispo Emérito de São Paulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prefeito da Congregação para o Clero&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-1458034009755034203?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.flordocarmelo.blogspot.com' title='Carta do Cardeal Dom Cláudio Hummes Prefeito da Congregação para o Clero aos sacerdotes'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/1458034009755034203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=1458034009755034203' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/1458034009755034203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/1458034009755034203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2010/02/carta-do-cardeal-dom-claudio-hummes.html' title='Carta do Cardeal Dom Cláudio Hummes Prefeito da Congregação para o Clero aos sacerdotes'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-2432593059204180784</id><published>2009-10-03T13:36:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T15:22:45.677-07:00</updated><title type='text'>Introdução sobre o Rito da  Santa Missa Tridentina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SsfFvTeqXXI/AAAAAAAACfo/pCB_DBKkFlc/s1600-h/PadrePio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388492895645490546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 313px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SsfFvTeqXXI/AAAAAAAACfo/pCB_DBKkFlc/s320/PadrePio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;A Santa Missa no Rito Tridentino&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Missa Tridentina, também chamada Missa Tradicional ou Missa de São Pio V é celebrada de acordo com as rubricas do Missal Romano tal como foi promulgado em 05 de dezembro de 1570 por &lt;a title="Papa Pio V" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_V"&gt;S. Pio V&lt;/a&gt;, em cumprimento do mandato que recebera do &lt;a title="Concílio de Trento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ConcÃ&amp;shy;lio_de_Trento"&gt;Concílio de Trento&lt;/a&gt; e utilizado por toda a &lt;a title="Igreja Católica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_CatÃ³lica"&gt;Igreja Católica&lt;/a&gt; do &lt;a title="Rito romano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rito_romano"&gt;Rito Romano&lt;/a&gt; em todos os tempos, até à reforma litúrgica do &lt;a title="Concílio Vaticano II" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ConcÃ&amp;shy;lio_Vaticano_II"&gt;Concílio Vaticano II&lt;/a&gt;, progulmou um Novus Ordus, modificando substancialmente a estrutura e a forma de rezá-la, como por exemplo o altar versus populos, onde o sacerdote fica de frente para os fiéis e a adoção da língua vernácula, conforme cada nação. A Missa Tridentina é denominada por alguns como a "missa de sempre", em razão de o rito referir-se aos primórdios do cristianismo (tal como relatado no séc. II por S. Justino Mártir).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A estrutura, os momentos e seu significado e grande parte dos textos litúrgicos mantiveram-se com poucas alterações no Missal atual. No entanto, houve uma série de aspectos alterados. Esta seção versa apenas sobre as diferenças da missa tridentina em relação à missa atual. Para uma descrição dos vários momentos da Missa e do seu significado, consulte o artigo &lt;a title="Missa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Missa"&gt;Missa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As características mais visíveis da missa tridentina são o uso do &lt;a title="Latim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim"&gt;latim&lt;/a&gt; como língua litúrgica assim como a posição do &lt;a title="Padre" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Padre"&gt;sacerdote&lt;/a&gt;, aparentemente de costas para os fiéis. No entanto, essas diferenças, embora as mais visíveis, são na verdade circunstanciais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De fato, a missa tridentina admite, teoricamente, a tradução dos textos. Porém, nela persiste o uso do latim por ser um idioma que está "morto", ou seja, não é mais usado e, portanto, não sofre alterações, o que preservaria a Missa de erros litúrgicos e doutrinais a que as palavras das chamadas "línguas vernáculas" estão sujeitas com sua constante evolução semântica e ortográfica. Situação idêntica ocorre nas chamadas "liturgias orientais", onde em vários casos também podem ser usadas outras "línguas mortas": aramaico no rito siríaco, copta no rito alexandrino, eslavo ou grego arcaicos no rito bizantino, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já a posição "de costas ao povo" é mais corretamente definida como "ad Orientem", ou seja, para o leste, direção da Terra Santa, onde Jesus foi crucificado. Na Missa Tridentina, esta posição é também conhecida como "versus Deum", já que nesta Missa o padre fica voltado para Deus Filho (guardado no Sacrário sob as espécies consagradas, segundo a crença católica). O padre assume, assim, postura idêntica à do povo, dirigindo as orações da Missa a Deus. Salvo algumas exceções (como a da atual missa latina), os sacerdotes de praticamente todos os ritos católicos e ortodoxos adotam até hoje a posição "ad Orientem" durante a Missa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, todas as edições do Missal atual são feitas originalmente em latim, e a missa pode sempre ser celebrada nessa língua. Do mesmo modo, nada proíbe que seja celebrada de costas para o povo, o que acontece sempre que, por exemplo, numa igreja o altar não permite que seja doutra forma.No entanto, abstraindo destes elementos, há outras diferenças significativas entre a missa tridentina e a actual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Missa tridentina só o sacerdote e um &lt;a title="Acólito" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AcÃ³lito"&gt;acólito&lt;/a&gt;, sacristão ou ajudante proferiam os textos da missa, excepto nalguns lugares, em que todos os fiéis presentes proferiam os textos destinados ao ajudante. Tal prática, a das chamadas missas dialogadas, popularizou-se mais no séc. XX, graças às propostas do chamado &lt;a class="new" title="Movimento Litúrgico (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Movimento_Lit%C3%BArgico&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Movimento Litúrgico&lt;/a&gt;, que propunha o enriquecimento da participação litúrgica. Os assistentes da missa tridentina muitas vezes acompanham a cerimónia através dum livro que apresenta os textos litúrgicos com a respectiva tradução. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Ritos iniciais&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388497337340458530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SsfJx2FQ9iI/AAAAAAAACfw/C1vzrQNeNkE/s320/101_1022.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;A Missa tridentina começa com as orações ao pé do altar, rezadas nos degraus, antes da subida ao altar. São compostas pelo salmo 42 acompanhado pela antífona Introibo ad altare Dei. Após um versículo, o Confiteor (&lt;a title="Confissão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ConfissÃ£o"&gt;Confissão&lt;/a&gt;) é rezado duas vezes, primeiro pelo sacerdote, depois pelo ajudante, com as respectivas orações de &lt;a title="Absolvição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AbsolviÃ§Ã£o"&gt;absolvição&lt;/a&gt;. Após o responsório, o sacerdote sobe então ao &lt;a title="Altar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Altar"&gt;altar&lt;/a&gt; e beija-o, proferindo outras duas orações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No &lt;a class="mw-redirect" title="Kyrie" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kyrie"&gt;Kyrie&lt;/a&gt;, cada invocação é proferida três vezes, e não apenas duas, como na missa atual.&lt;br /&gt;No &lt;a title="Glória a Deus nas alturas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GlÃ³ria_a_Deus_nas_alturas"&gt;Glória a Deus nas alturas&lt;/a&gt; prevêem-se alguns gestos tais como inclinações e o &lt;a class="mw-redirect" title="Sinal da cruz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinal_da_cruz"&gt;sinal da cruz&lt;/a&gt; ao proferir certas palavras. Depois de mais uma saudação Dominus vobiscum (O Senhor esteja convosco), o sacerdote profere uma ou várias &lt;a class="new" title="Oração colecta (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ora%C3%A7%C3%A3o_colecta&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;orações colectas&lt;/a&gt;, enquanto que actualmente é sempre apenas uma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Liturgia da Palavra&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Missa tridentina propõe na maioria das vezes apenas uma leitura antes do &lt;a title="Evangelho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho"&gt;Evangelho&lt;/a&gt;, geralmente tirada do &lt;a title="Novo Testamento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_Testamento"&gt;Novo Testamento&lt;/a&gt;, enquanto que o rito atual propõe duas leituras aos &lt;a title="Domingo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Domingo"&gt;domingos&lt;/a&gt; e solenidades. Segue-se o chamado Gradual, composto por um refrão e um versículo, substituído atualmente pelo &lt;a class="mw-redirect" title="Salmo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salmo"&gt;Salmo&lt;/a&gt; Responsorial. Tal como hoje, antes do Evangelho era dito o &lt;a title="Aleluia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aleluia"&gt;aleluia&lt;/a&gt; ou outro texto. No &lt;a title="Credo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Credo"&gt;Credo&lt;/a&gt; prevêem-se alguns gestos agora abandonados, como no Glória. Não existe a oração dos fiéis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Ofertório&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388497604477151234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SsfKBZPnaAI/AAAAAAAACf4/hXYAeLFS3zU/s320/missa+tridentina+508.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ofertório é a parte da missa tridentina que apresenta maiores diferenças em relação à prática actual. Na apresentação do pão e do vinho são ditas fórmulas que expressam oferecimento já em sentido sacrificial, substituídas actualmente por outras que exprimem a simples apresentação. A reforma litúrgica de &lt;a title="Papa Paulo VI" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Paulo_VI"&gt;Paulo VI&lt;/a&gt; optou por eliminar as anteriores justificando que antecipavam a idéia de sacrifício própria do &lt;a class="new" title="Oração Eucarística (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ora%C3%A7%C3%A3o_Eucar%C3%ADstica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Cânon&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Duas outras orações invocam o &lt;a title="Espírito Santo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EspÃ&amp;shy;rito_Santo"&gt;Espírito Santo&lt;/a&gt; e recordam os mistérios da salvação assim como alguns santos. Foram eliminadas por Paulo VI pelas mesmas razões das anteriores. O rito do Lavabo é acompanhado por uma longa secção do salmo 25, enquanto que actualmente é-o apenas por um versículo do salmo 50. A &lt;a title="Incenso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Incenso"&gt;incensação&lt;/a&gt;, quando realizada( na missa cantada ou solene), prevê uma série de textos a serem proferidos antes durante e depois, enquanto que actualmente é realizada em silêncio. O prefácio prevê alguns gestos específicos a realizar durante o diálogo que o precede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Cânon (Oração Eucarística)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388497759778188066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SsfKKbyRKyI/AAAAAAAACgA/BvOs2yw7OtM/s320/pict0090.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A missa tridentina apresenta uma única &lt;a class="new" title="Oração Eucarística (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ora%C3%A7%C3%A3o_Eucar%C3%ADstica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Oração Eucarística&lt;/a&gt;, o chamado Cânon Romano, que foi o único utilizado durante séculos. O Missal de &lt;a title="1970" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1970"&gt;1970&lt;/a&gt; apresenta, além desta, outras três Orações Eucarísticas, retiradas da Tradição ou inspiradas noutras liturgias católicas. Na missa tridentina esta parte é usualmente dita pelo sacerdote em voz baixa. O texto é o mesmo que se usa actualmente, mas com algumas diferenças em relação aos gestos que o acompanham: o sacerdote beija o &lt;a title="Altar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Altar"&gt;altar&lt;/a&gt; por duas vezes faz ao todo 25 sinais da cruz com a mão ou com a patena (reduzidos a 1 por Paulo VI) após a &lt;a title="Consagração" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ConsagraÃ§Ã£o"&gt;consagração&lt;/a&gt; o sacerdote não separa os dedos polegar e indicador, que seguraram a hóstia na consagração genuflecte duas vezes à hóstia e duas ao cálice, uma antes e outra depois da elevação Além disso, diz sempre todos os nomes dos santos e todas as conclusões Per Christum Dominum nostrum. Amen que se inserem no Cânon (actualmente alguns dos nomes e das conclusões tornaram-se facultativas).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As palavras da consagração da &lt;a title="Hóstia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HÃ³stia"&gt;hóstia&lt;/a&gt; são apenas Hoc est enim Corpus meum (Isto é o meu Corpo) Na consagração do vinho, as palavras Mysterium fidei (Mistério da fé), que hoje são ditas no final da consagração para introduzir a aclamação dos fiéis, são introduzidas na fórmula de consagração, no meio das palavras de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Ritos de Comunhão&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;a class="mw-redirect" title="Pai-nosso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pai-nosso"&gt;Pai-nosso&lt;/a&gt; é dito apenas pelo sacerdote, e o ajudante diz apenas a última frase. Durante a fórmula que se lhe segue, o sacerdote benze-se e beija a patena e parte a hóstia em três partes, benzendo o cálice com a mais pequena, que depois deita no cálice. A oração pela paz (Domine Iesu Christe) é dita em silêncio pelo sacerdote, seguindo-se-lhe outras duas fórmulas longas de preparação para a comunhão, e comunga, proferindo em silêncio mais algumas fórmulas. A comunhão dos fiéis não está propriamente prevista no texto do missal mas, a fazer-se na missa, os fiéis recitam a &lt;a title="Confissão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ConfissÃ£o"&gt;Confissão&lt;/a&gt;, o sacerdote diz a absolvição respectiva e mostra-lhes a hóstia dizendo Ecce Agnus Dei... (Eis o Cordeiro de Deus...).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;a class="mw-redirect" title="Comunhão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ComunhÃ£o"&gt;comunhão&lt;/a&gt; dos fiéis na missa tridentina é feita sempre na boca e de joelhos, geralmente junto da balaustrada ou grade que separa os &lt;a title="Presbitério" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PresbitÃ©rio"&gt;presbitério&lt;/a&gt; da assembleia. A fórmula dita pelo sacerdote é mais longa que a actual e dita em silêncio fazendo um sinal da cruz com a hóstia. Segue-se a purificação dos vasos sagrados e das mãos do sacerdote, acompanhadas de mais algumas orações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Ritos Finais&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após a última oração, o sacerdote despede a assembleia dizendo Ite, missa est (Ide, a missa acabou). Só então tem lugar a bênção, precedida duma oração à &lt;a class="mw-redirect" title="Santíssima Trindade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SantÃ&amp;shy;ssima_Trindade"&gt;Santíssima Trindade&lt;/a&gt;. Por fim, lê-se em todas as missas o início do &lt;a class="mw-redirect" title="Evangelho de São João" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho_de_SÃ£o_JoÃ£o"&gt;Evangelho de São João&lt;/a&gt;. Apesar de não virem assinaladas no missal, têm lugar, antes da saída para a sacristia, as chamadas preces leoninas (por terem sido prescritas pelo &lt;a title="Papa Leão XIII" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_LeÃ£o_XIII"&gt;Papa Leão XIII&lt;/a&gt;) e 3 &lt;a class="mw-redirect" title="Avé Maria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AvÃ©_Maria"&gt;Avé Marias&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ver também&lt;br /&gt;&lt;a title="Rito romano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rito_romano"&gt;Rito romano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Igreja Católica Latina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_CatÃ³lica_Latina"&gt;Igreja Católica Latina&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Referências : COELHO, António, Curso de Liturgia Romana, Negrelos: Ora &amp;amp; Labora, 1950.&lt;br /&gt;JUNGMANN, Josef A., El Sacrificio de la Misa. Tratado historico-liturgico., Madrid: BAC, 1951 (Tradução da obra alemã Missarum Solemnia, onde pode ser encontrada a história pormenorizada de cada um dos momentos da missa)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;O VALOR DA SANTA MISSA&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eis um breve relato de algumas visões do padre Reus, com relação à maravilhosa realidade sobrenatural da Santa Missa. Falecido em odor de santidade, teve este sacerdote, a graça de ver o que acontece de sobrenatural durante a Santa Missa, a qual, por razão, costumava chamar de "A FESTA NO CÉU". Eis, pois, o que lhe dera dado ver: "Nossa Senhora convida todo o Paraíso para participar da Santa Missa; e todos os anjos e santos A seguem em maravilhoso cortejo até o altar. Os Santos formam um semi-círculo ao redor do sacerdote celebrante e o acompanham até o altar. Lá chegando, estes se colocam atrás dos santos. Outra multidão de anjos cerca a igreja e cobre os fiéis, impedindo a aproximação dos demônios durante a Santa Missa, em honra à majestade de Nosso Senhor Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A virgem Santíssima está sempre junto do celebrante, do lado do altar onde é servida a água e o vinho, e onde são lavadas as mãos do sacerdorte. É a própria Mãe de Jesus quem serve o celebrante e lava suas mãos. Entre Nossa Senhora e o celebrante, é convidado o santo do dia. Todas as almas do Purgatório também são convidadas pela Virgem Maria e permanecem durante toda a Santa Missa aos pés do altar, entre o celebrante e os fiéis. Conta o Padre Réus que ele via as almas do Purgatório e verdadeira festa quando grande esperança de libertação. Padre Réus via uma chuva caindo sobre o Purgatório durante toda a Santa Missa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No momento sublime da consagração, quando estas almas vêem Nosso Senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sentem um desejo incontrolável de sair daqueles chamas e se atirarem em Seus braços, mas não conseguem, por não estarem ainda purificadas. Após a Consagração, acontece a libertação do Purgatório, das almas que já atingiram a purificação. Nossa Senhora estende a mão a cada uma delas e diz: "Minha filha, pode subir ".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No momento da oração da PAZ, os anjos saúdam as almas libertadas do Purgatório, abraçando-as. É um momento de imensa alegria e beleza. Em seguida, estas almas, resplandecendo com a beleza indescritível, adornadas como noivas, como anjos, são intoduzidas triunfalmente no Paraíso, por uma multidão de anjos, ao som de música e cantos celestias. Na hora da morte, as Missas que houveres assistido serão a tua maior consolação. Toda Missa implora o teu perdão junto da justiça Divina. Em toda Missa podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados e diminuí-las mais ou menos consoante a teu fervor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assistindo com devoção à Missa, prestas a maior das honra à santa humanidade de Jesus Cristo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões.&lt;br /&gt;Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais porém te arrependestes.&lt;br /&gt;Diminui o império de satanás sobre ti.&lt;br /&gt;Sufraga as almas do Purgatório da melhor maneira possível.&lt;br /&gt;Uma só Missa a que houveres assistido em vida, ser-te-á mais salutar que muitas a que outros assistirão por ti depois da tua morte, pois pela Missa participas da Paixão, Morte e Ressureição de Cristo.&lt;br /&gt;A Missa preserva-te dee muitos perigos e desgraças que te abateriam.&lt;br /&gt;Toda Missa diminui o teu Purgatório.&lt;br /&gt;Toda alcança-te um grau maior no Céu.&lt;br /&gt;Na Missa recebes a benção do sacerdote, a qual Nosso Senhor confrma no Céu.&lt;br /&gt;És abençoado em seus negócios e interesses pessoais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;"Fica sabendo, ó cristão, que mais se merecem em ouvir devotamente uma só Santa Missa do destribuir todas as riquezas aos pobres e perigrinar toda a terra."(São Bernardo)&lt;br /&gt;(Nosso Senhor nos concede o que lhe pedimos na Santa Missa: e o que mais vale é que nos dá ainda o que nem se quer cogitamos perdir-lhe e que, entretanto, nos é necessário."(São Jerônimo)&lt;br /&gt;"Se conhecêssemos o valor do Santo Sacrifício da Missa, que zêlo não teríamos em assistir a ela!"(Crua d'Ars)&lt;br /&gt;"A Missa é o sol da Igreja."(São Francisco Salles) &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Entrevista com Dom Fernando Arêas Rifan&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Missa antiga: paz litúrgica e benefício para ambos ritos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Por Alexandre Ribeiro - SÃO PAULO, terça-feira, 19 de maio de 2009 (ZENIT.org). &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney (Campos, Brasil), Dom Fernando Arêas Rifan, considera que a permissão universal de Bento XVI para se celebrar a missa antiga (chamada também de missa tridentina) promove a paz litúrgica e beneficia tanto tradicionalistas como progressistas.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A Adminstração Apostólica São João Maria Vianney foi criada por João Paulo II em 2002. É uma diocese de caráter pessoal, não territorial, fundada após diálogo com fiéis tradicionalistas que eram numerosos na região.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Nesta entrevista a Zenit, Dom Fernando Rifan fala sobre o caráter sagrado da liturgia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;–Poderia explicar a diferença entre os termos “sagrado” e “profano”?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;–Dom Fernando Arêas Rifan: Um dos motivos pelos quais nós conservamos e amamos a liturgia romana na sua forma antiga –que é chamada atualmente de forma extraordinária do rito romano–, é exatamente porque ela expressa bem o caráter sagrado da liturgia. Não que a outra não expresse, mas esta expressa de modo mais claro. Como, aliás, acontece com a diferença entre os vários ritos. Participei recentemente, ao lado de outros bispos, da Missa no rito maronita. O que os bispos mais admiraram foi o respeito e o caráter sagrado que se expressa naquele rito oriental. São modos de expressar a sacralidade, podemos dizer, o caráter vertical da liturgia, de nós para Deus, e não apenas o horizontal, que seria de homem para homem.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A liturgia é algo sagrado. Portanto, algo que nos fala de Deus. É interessante que qualquer pessoa sabe disso. Uma das coisas mais tocantes da história do Brasil foi aquela passagem da carta de Pero Vaz de Caminha, quando ele narra a primeira missa no Brasil. Ele conta que os portugueses chegaram, os padres formaram o altar, prepararam o órgão e começou a missa. Os índios foram chegando e começaram a imitar os gestos dos portugueses. Um detalhe interessante é que durante a missa chegou um outro grupo de índios. Um índio do primeiro grupo, que já estava ali, quando certamente interrogado por um índio do segundo grupo sobre o que estava acontecendo, apontou para a missa e apontou para o céu. Para mim este é o melhor comentário sobre a missa. Apontou para a missa e apontou para o céu: quer dizer, está-se passando a comunicação da terra com o céu. Está-se fazendo uma coisa sagrada. Esse caráter sagrado é que a gente não pode deixar perder na liturgia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;–Poderia dar exemplos de como se expressa o caráter sagrado?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;–Dom Fernando Arêas Rifan: O latim, por exemplo, que nós conservamos na liturgia, mas não em tudo, já que as leituras e os cânticos são em português. O latim que se conserva na liturgia é exatamente para preservar o caráter sagrado, para que todo mundo sinta que ali se passa algo que não é comum no dia-a-dia. É algo diferente. Por isso que a língua é sagrada. Aliás, nas grandes religiões também se usa uma língua diferente. No rito maronita, por exemplo, a consagração é em aramaico. Não é a mesma língua que você fala. Até em outras religiões há uma língua sagrada. Não é a língua comum. Então a liturgia nessas religiões tem uma outra língua. Mesmo o Hino Nacional brasileiro não é no linguajar que se usa a cada dia. Mostra que ali há algo sagrado, é o hino da pátria. Não se precisa entender cada palavra. Precisa entender que é algo sagrado que acontece.&lt;br /&gt;A língua, os gestos, as inclinações, as genuflexões, os símbolos, os panos, as toalhas, tudo tem de exprimir um caráter sagrado. Você não usa uma toalha qualquer. É uma toalha diferente. O espaço celebrativo é diferente. Os cânticos são diferentes. Então não se pode usar aquilo que é comum, profano. A não ser que seja santificado, digamos. O pão, por exemplo, você come; mas o pão eucarístico é diferente. É por isso, por exemplo, que existe o ofertório: a retirada de algo do uso comum que se coloca para uso litúrgico. Assim também com a bênção. Você consagra algo para uso mais sagrado. As vestes sacerdotais, o modo de falar. Outro exemplo: o sermão não é um discurso político, não é para ficar contando piada, não é algo reles. Você está ali para ouvir a palavra de Deus. O “terra a terra” você já ouve toda hora. Para que você precisa disso na Igreja?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;–O que o senhor chama de “terra a terra” tem a ver com o termo “profano”?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;–Dom Fernando Arêas Rifan: “Profano” vem do latim “pro fanum”, em frente ao templo, fora do templo, não sagrado. Por exemplo, a Igreja diz que o instrumento por excelência a ser usado na liturgia é o órgão de tubos. Ele tem um som que o nosso subconsciente já se acostumou como algo sagrado. A Igreja põe como modelo do canto religioso o canto gregoriano. Porque é um canto em que predomina a oração cantada. A oração de melodia com pouca coisa de harmonia e quase nada de ritmo. Nas músicas modernas, por exemplo, bem profanas, tem-se a predominância do ritmo sobre a melodia e sobre a harmonia. Isso já mostra o caráter profano da música. Ela pode ser boa em outro lugar. É como dizia o próprio cardeal Ratzinger: há muita gente que confunde a igreja com o salão paroquial. Há coisas que você pode fazer no salão paroquial, mas não na igreja. Eu, por exemplo, toco acordeão. Toco música popular. Mas não na igreja. Eu toco no salão paroquial, com as crianças, na quermesse, onde as crianças tocam pandeiro, tamborim. Na igreja é o órgão. É preciso que se ressalte bem o caráter religioso, sagrado, ou seja, a sacralidade na Igreja. Na liturgia há os tempos de silêncio, porque o silêncio é algo bem respeitoso. Na Igreja não se aplaude, como se aplaude em um comício. O silêncio é tão respeitoso que já diz tudo. Não precisa ficar aplaudindo.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Nós preferimos a liturgia tradicional por tudo isso. Mas em qualquer liturgia há que se guardar o caráter religioso, sagrado, e não cair na coisa profana. O próprio Papa João Paulo II lamenta isso na Encíclica Ecclesia de Eucharistia: “às vezes transparece uma compreensão muito redutiva do mistério eucarístico. Despojado do seu valor sacrifical, é vivido como se em nada ultrapassasse o sentido e o valor de um encontro fraterno ao redor da mesa” (n. 10). &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Ou, como disse Bento XVI na carta aos bispos apresentando o Motu Próprio Summorum Pontificum, em muitos lugares, não se atendo às prescrições litúrgicas, consideram-se “autorizados ou até obrigados à criatividade, o que levou frequentemente a deformações da Liturgia ao limite do suportável”. Palavra infelizmente verdadeira: liturgia levada ao limite do suportável! E o Papa acrescenta: “Falo por experiência, porque também eu vivi aquele período com todas as suas expectativas e confusões. E vi como foram profundamente feridas, pelas deformações arbitrárias da Liturgia, pessoas que estavam totalmente radicadas na fé da Igreja”.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;–Há um renovado interesse pela liturgia tradicional?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;–Dom Fernando Arêas Rifan: Muitos padres novos querem aprender a liturgia na forma antiga. Há dois anos eu participei de um congresso em Oxford, na Inglaterra, promovido por grupos locais, para ensinar aos padres a liturgia tradicional. Foi aberto pelo arcebispo de Birminghan. Na missa, ele falou: ‘vocês todos estão aqui para aprender a forma antiga do rito romano. Vocês vão voltar para suas paróquias e celebrar o rito normal, de Paulo VI, mas vão celebrar melhor, porque, aprendendo o rito tradicional, aprenderão mais sacralidade, a rezar com mais devoção, e isso vai ajudá-los’.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O Papa quis isso. Quando ele permitiu a missa tradicional para o mundo todo, na forma extraordinária do rito romano, ele quis exatamente isso: a paz litúrgica, que um beneficiasse o outro. O rito tradicional pode se beneficiar do rito novo na maior participação que este traz; por outro lado, o rito novo vai aprender com o rito antigo a característica de mais sacralidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Depois dessa paz litúrgica que o Papa quis entre os dois ritos, para que um beneficie o outro, tem havido muita procura por sacerdotes. Nós mesmos fizemos um DVD para ensinar o rito tradicional. Muitos padres têm aprendido, muitos bispos têm incentivado nas suas dioceses. Acho que isso é muito importante. Conservar a liturgia tradicional como forma de riqueza da Igreja, uma forma litúrgica de expressar os dogmas eucarísticos e o respeito. Não se trata de confronto, de briga, nada disso. É um modo da Igreja, legítimo, aprovado pela Igreja, sem causar nenhum detrimento à comunhão. Evita divisões. O Bispo local patrocinando a Missa no rito tradicional, colocando-a em suas igrejas com sacerdotes regulares e sob sua jurisdição, evita que alguns católicos caiam na tentação de querer ir buscá-la em grupos separados ou cismáticos. O Bispo poderá dizer: “Nós temos aqui, porque ir buscar a Missa no rito romano antigo em outro lugar?”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Fonte: www.zenit.org&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Ver também : &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://missatridentinaemportugal.blogspot.com/2009/02/ordinario-da-missa-tridentina.html"&gt;Missa Tridentina em Portugal &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://br.geocities.com/missatridentinaes/rito_de_sao_pio_v/ordinario.html"&gt;Rito de São Pio V &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Ordinário da Missa Tridentina &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ordinariomissa.pdf"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ordinariomissa.pdf"&gt;http://www.missatridentina.com.br/ordinariomissa.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MISSAL: Livro que contem tudo o que se diz na Missa no decorrer do ano (Ordinário da Missa e Próprio da Missa).ORDINÁRIO DA MISSA: São as orações fixas que se rezam em todas as missas. Reúne o que se diz na Missa comum, para distingui-lo do que é próprio para as festas e demais dias do ano.PRÓPRIO DA MISSA: São as orações e leituras daquele dia em particular. No Próprio de toda missa existem: 3 antífonas (Intróito, Ofertório e Comunhão); 3 orações (Coleta, Secreta e Pós-comunhão); 2 leituras (Epístola e Evangelho).&lt;br /&gt;†&lt;br /&gt;Formato para impressão (em PDF):- &lt;a href="http://br.geocities.com/missatridentinaes/rito_de_sao_pio_v/ordinario_g.pdf" target="_blank"&gt;Grande - 24 folhas (1 páginas por folha)&lt;/a&gt;- &lt;a href="http://br.geocities.com/missatridentinaes/rito_de_sao_pio_v/ordinario_p.pdf" target="_blank"&gt;Pequeno - 12 folhas (2 páginas por folha)&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Missale Romanum 1962 PDF - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=7"&gt;Download&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=27"&gt;Cartão de assistência para servir na Missa Tridentina NOVO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ordinário da Missa - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=9"&gt;Download&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ordinário da Missa em Formato de Livreto - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=10"&gt;Download&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ordinário da Missa em Formato Word - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ordinario-santa-missa-brochura.pdf"&gt;DownloadOrdinário da Missa em Formato PDF formato para ser encadernado - Download&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Pontificale Romanum - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=13"&gt;Download &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Liber Usualis 1961 - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=14"&gt;Download&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Rituale Romanum 1925 - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=15"&gt;Download&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Kyriale de Solesmes - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=17"&gt;Download&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Altar Card 1a opção- &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=12"&gt;Download&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Altar Card 2a opção - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=11"&gt;Download &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Officium Majoris Hebdomadæ Et Octavæ Paschæ - &lt;a href="http://www.missatridentina.com.br/ccount/click.php?id=26"&gt;Download&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-2432593059204180784?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/2432593059204180784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=2432593059204180784' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/2432593059204180784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/2432593059204180784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2009/10/introducao-sobre-o-rito-da-santa-missa.html' title='Introdução sobre o Rito da  Santa Missa Tridentina'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SsfFvTeqXXI/AAAAAAAACfo/pCB_DBKkFlc/s72-c/PadrePio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-3941010315791331773</id><published>2009-09-27T10:33:00.000-07:00</published><updated>2009-09-27T12:07:58.177-07:00</updated><title type='text'>O santo exemplo do Cardeal Fulton Sheen</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/Sr-3UXctkKI/AAAAAAAACbo/LFI2zT8ux5c/s1600-h/Sheen.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 227px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/Sr-3UXctkKI/AAAAAAAACbo/LFI2zT8ux5c/s320/Sheen.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386225239878111394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal; color: rgb(153, 0, 0);" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.flordocarmelo.blogspot.com/"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Cardeal Fulton Sheen &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.flordocarmelo.blogspot.com/"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;8 de maio, 1895 &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;+ 9 de dezembro de 1979&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.flordocarmelo.blogspot.com/"&gt;Sua vida &lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Foi o pioneiro na evangelização de mídia, sendo o primeiro sacerdote apresentador de televisão, no início dos anos 1950. Fulton Sheen nasceu em El Paso, Illinois, sendo o mais velho dos quatro filhos de um fazendeiro. Embora fosse conhecido como Fulton, nome de solteira de sua mãe, ele foi batizado Peter John Sheen. Ainda na infância, Sheen contraiu tuberculose. Depois a família mudou-se para próximo de Peoria, Illinois, o primeiro serviço prestado à Igreja era o de coroinha na Catedral de  Saint Mary.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Formação Acadêmica e Sacerdotal &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;Depois de sua graduação do ensino secundário no High School Spalding Insititute, em Peoria, no ano de 1913, Sheen ingressou no  Saint Viator College, em Bourbonnais, Illinois. Já no primeiro ano participou do debates com sua classe. Em dado momento o Reitor chama-o na noite antes de um grande debate com a Universidade de Notre Dame, e lhe disse-le sem rodeios: "Sheen, você é absolutamente  o pior orador que já ouvi", o que nâo o abateu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;Sheen participou do Seminário de St. Paul em Minnesota, antes de sua ordenação em 20 de setembro de 1919, seguindo com novos estudos na Universidade Católica da América em Washington, DC. Sheen recebeu o Doutorado em Filosofia pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, em 1923. Enquanto lá esteve, tornou-se o primeiro americano a ganhar od Cardeal Mercier o prêmio d o melhor tratado filosófico. Sheen, em seguida, ensinou teologia no Saint Edmund College, na cidade de Ware, Inglaterra, em 1926. O bispo de sua cidade natal em Peoria lhe pediu para assumir a paróquia de Saint Patrick. Após oito meses, Sheen voltou à Universidade Católica para lecionar filosofia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Sua História&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Sheen escreveu o primeiro dos 90 livros em 1925, e em 1930 iniciou um programa de rádio semanal domingo à noite, o "A Hora Católica".  Sheen serviu como Bispo Auxiliar de Nova York 1951-1965. Em 1951 ele iniciou também um programa semanal de televisão na rede DuMont, com o título &lt;b&gt;" vale a pena viver"&lt;/b&gt;. O show, programado para as noites de terça-feira às 8:00 não  tinha o pretexto nem desafio a concorrer contra os gigantes Milton Berle (&lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/12_de_julho" title="12 de julho"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;12 de julho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/1908" title="1908"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;1908&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/27_de_mar%C3%A7o" title="27 de março"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;27 de março&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/2002" title="2002"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;2002&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/Comediante" title="Comediante"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;comediante&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, apresentador de &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/TV" title="TV"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;TV&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/Compositor" title="Compositor"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;compositor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; americano) e Frank Sinatra, mas seu programa foi um campeão de audiência, valendo a ele, o Bispo Sheen, o prêmio Emmy por seus esforços, o que ele humildemente replicou ao receber o troféu : "Eu sinto que é hora prestar uma homenagem aos meus quatro escritores. Mateus, Marcos, Lucas e João".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;Em 2 de outubro de 1979, dois meses antes da morte de Sheen, O Papa  joãoJPaulo II  ovisitou na Catedral de São Patrício em Nova York e abraçou Sheen, dizendo: &lt;span style=""&gt;"Vossa Eminência tem escrito e falado bem do Senhor Jesus Cristo. Você é um filho da Fiel Igreja. "A&lt;/span&gt; &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://www.archbishopsheencause.org/&amp;amp;prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3Dvida%2Bde%2Bfulton%2Bsheen%26tq%3Dlife%2Bfulton%2Bsheen%26sl%3Dpt%26tl%3Den&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhiW1x9P-py73X4pn1caqNbKRg9aFA"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Causa de Beatificação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://www.archbishopsheencause.org/&amp;amp;prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3Dvida%2Bde%2Bfulton%2Bsheen%26tq%3Dlife%2Bfulton%2Bsheen%26sl%3Dpt%26tl%3Den&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhiW1x9P-py73X4pn1caqNbKRg9aFA"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;de canonização&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; foi aberto oficialmente em  2002, sendo ele Servo de Deus. Reprises de vários programas de Sheen continuam no ar no &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://www.ewtn.com.org/&amp;amp;prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3Dvida%2Bde%2Bfulton%2Bsheen%26tq%3Dlife%2Bfulton%2Bsheen%26sl%3Dpt%26tl%3Den&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhgHwSEpr6-ylJ2aF1xRDvMniL1h7w"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Eternal Word Television Network&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (EWTN) e Trinity Broadcasting Network (TBN). &lt;span style="display: none;"&gt;Was television's first preacher of note, hosting Life Is Worth Living in the early 1950s on the DuMont Television Network.Sheen was born in El Paso, Illinois, the oldest of four sons of a farmer.Though he was known as Fulton, his mother's maiden name, he was baptized Peter John Sheen.As an infant, Sheen contracted tuberculosis.After the family moved to nearby Peoria, Illinois, Sheen's first role in the Catholic church was as an altar boy at St. Mary's Cathedral.After earning high school valedictorian honors at Spalding Insititute in Peoria in 1913, Sheen was educated at St. Viator College, Bourbonnais, Illinois.Making the debating team in his freshman year, his coach called him aside the night before a major debate with the University of Notre Dame, and told him bluntly: "Sheen, you're absolutely the worst speaker I ever heard."Sheen attended St. Paul's Seminary in Minnesota before his ordination on September 20, 1919, then followed that with further studies at The Catholic University of America in Washington, DC.Sheen earned a doctorate in philosophy at the Catholic University of Louvain in Belgium in 1923.While there, he became the first American ever to win the Cardinal Mercier award for the best philosophical treatise .Sheen then taught theology at St. Edmund's College, Ware in England, In 1926, the Bishop of his hometown in Peoria asked him to take over St. Patrick's Parish.After eight months, Sheen returned to Catholic University to teach philosophy.Sheen wrote the first of some 90 books in 1925, and in 1930 began a weekly Sunday night radio broadcast, The Catholic HourSheen served as Auxiliary Bishop of New York from 1951 to 1965.In 1951 he also began a weekly television program on the DuMont network, Life is Worth Living.The show, scheduled for Tuesday nights at 8:00 pm, was not expected to offer much of a challenge against ratings giants Milton Berle and Frank Sinatra, but surprisingly held its own, causing Berle to joke, "He uses old material, too".In 1952, &lt;span style=""&gt;Bishop Sheen won an Emmy Award&lt;/span&gt; for his efforts, accepting the acknowledgement by saying, " &lt;span style=""&gt;I feel it is time I pay tribute to my four writers. Matthew, Mark, Luke and John&lt;/span&gt; ."On October 2, 1979, two months before Sheen's death, Pope John Paul II visited St. Patrick's Cathedral in New York City and embraced Sheen, saying, " &lt;span style=""&gt;You have written and spoken well of the Lord Jesus Christ. You are a loyal son of the Churc&lt;/span&gt; h."In 2002 Sheen's &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://www.archbishopsheencause.org/&amp;amp;prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3Dvida%2Bde%2Bfulton%2Bsheen%26tq%3Dlife%2Bfulton%2Bsheen%26sl%3Dpt%26tl%3Den&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhiW1x9P-py73X4pn1caqNbKRg9aFA"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Cause for Canonization&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; was officially opened, and so he is now referred to as a Servant of God.Reruns of Sheen's various programs continue to air on the &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://www.ewtn.com.org/&amp;amp;prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3Dvida%2Bde%2Bfulton%2Bsheen%26tq%3Dlife%2Bfulton%2Bsheen%26sl%3Dpt%26tl%3Den&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhgHwSEpr6-ylJ2aF1xRDvMniL1h7w"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Eternal Word Television Network&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (EWTN) and the Trinity Broadcasting Network (TBN).&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Exemplo de Vida &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Por amor a Jesus Sacramentado (Uma história sobre o verdadeiro valor e zelo que devemos ter pela Eucaristia)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Alguns meses antes de sua morte, o Bispo Fulton J. Sheen foi entrevistado pela rede nacional de televisão: "Bispo Sheen, milhares de pessoas em todo o mundo procuram imitar  o exemplo vossa eminência. Em quem o senhor  se inspirou?  Foi por acaso em algum Papa?". O Bispo Sheen respondeu que sua maior inspiração não foi um Papa, um Cardeal, ou outro Bispo, sequer um sacerdote ou freira. Foi uma menina chinesa de onze anos de idade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Explicou que quando os comunistas apoderaram-se da China, prenderam um sacerdote em sua própria reitoria, próximo à Igreja. O sacerdote observou assustado, de sua janela, como os comunistas invadiram o templo e dirigiram-se ao santuário. Cheios de ódio profanaram o tabernáculo, pegaram o cálice e, atirando-o ao chão, espalharam-se as hóstias consagradas. Eram tempos de perseguição e o sacerdote sabia exatamente quantas hóstias havia no cálice: trinta e duas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Quando os comunistas retiraram-se, talvez não tivessem percebido, ou não prestaram atenção, a uma menininha, que rezando na parte detrás da igreja, viu tudo o que ocorreu. À noite, a pequena regressou e, escapando da guarda posta na reitoria, entrou no templo. Ali, fez uma hora santa de oração, um ato de amor para reparar o ato de ódio. Depois de sua hora santa, entrou no santuário, ajoelhou-se, e inclinando-se para frente, com sua língua recebeu Jesus na Sagrada Comunhão. (Naquele tempo não era permitido aos leigos tocar a Eucaristia com suas mãos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;A pequena continuou regressando a cada noite, fazendo sua hora santa e recebendo Jesus Eucarístico na língua. Na trigésima noite, depois de haver consumido a última hóstia, acidentalmente fez um barulho que despertou o guarda. Este correu atrás dela, agarrou-a, e golpeou-a até mata-la com a parte posterior de sua arma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Este ato de martírio heróico foi presenciado pelo sacerdote enquanto, profundamente abatido, olhava da janela de seu quarto convertido em cela. Quando o Bispo Sheen escutou o relato, inspirou-se de tal maneira que prometeu a Deus que faria uma hora santa de oração diante de Jesus Sacramentado todos os dias, pelo resto de sua vida. Se aquela pequena pôde dar testemunho com sua vida da real e bela Presença do seu Salvador no Santíssimo Sacramento então, o bispo via-se obrigado ao mesmo. Seu único desejo desde então seria atrair o mundo ao Coração ardente de Jesus no Santíssimo Sacramento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;A pequena ensinou ao Bispo o verdadeiro valor e zelo que se deve ter pela Eucaristia; como a fé pode sobrepor-se a todo medo e como o verdadeiro amor a Jesus na Eucaristia deve transcender a própria vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;O que se esconde na Hóstia Sagrada é a glória de Seu amor. Todo o mundo criado é um reflexo da realidade suprema que é Jesus Cristo. O sol no céu é apenas um símbolo do filho de Deus no Santíssimo Sacramento. É por isso que muitos sacrários imitam os raios de sol. Como o sol é a fonte natural de toda energia, o Santíssimo Sacramento é a fonte sobrenatural de toda graça e amor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Resumo de um artigo "Let the Son Shine" pelo Rvd. Martin Lucia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Devoto de Santa Teresinha do Menino Jesus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;A Editora Basilica Press anunciou  a publicação de escritos do Arcebispo  Fulton  J. Sheen, que datem de  há 25 years.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0DySLTT4PWo/R08NVuNXrcI/AAAAAAAABkw/PQbmrT4ZfZQ/s1600-h/Therese-Book-Cover%5B1%5D.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138340366685547970" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0DySLTT4PWo/R08NVuNXrcI/AAAAAAAABkw/PQbmrT4ZfZQ/s320/Therese-Book-Cover%5B1%5D.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O livro "Tesouro de uma História de Amor, de 187 páginas, de capa dura, e bordas douradas  é uma edição comemorativa,  que inclui os escritos de Fulton Sheen sobre  Santa Teresa de Lisieux, com onze páginas  de dados  biográficos  e  fotografias. Ainda   um extrato de seus últimos escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fulton Sheen é considerado o maoir comunicados do Século XX . Seus programas de rádio e televisão foram ouvidos e assistidos por bilhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro histórico retrata a vida de Santa Teresa de Lisieux, escrito por ele no ano de 1973 em Dublin, Irlanda, por ocasião dos cem anos de seu nascimento. Ele fala da espiritualidade da santinha, conhecida como a " Pequena Flôr", que se tornou tão popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos diretores da mais famosa TV Católica Americana a  EWTN    Raymond Arroyo falou do novo livro nestes termos: “ só existe um único Fulton Sheen, e aqui dando o melhor de si, com verdadeiras pinceladas na vida espiritual e a preenchendo com o drama, Oh sim ! Como é prático. É como se fôssemos a um retiro espiritual, tendo ele como o nosso mestre — um retiro que recomendo de coração "  &lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para saber mais  &gt;&gt;&gt;&gt; &lt;a href="http://www.archbishopsheencause.org/archbishop_fulton_sheens_st_therese.html"&gt;The  Archbishop Fulton J. Sheen Cause website&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-3941010315791331773?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='' href='http://www.flordocarmelo.blogspot.com' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/3941010315791331773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=3941010315791331773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/3941010315791331773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/3941010315791331773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2009/09/o-santo-exemplo-do-cardeal-fulton-sheen.html' title='O santo exemplo do Cardeal Fulton Sheen'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/Sr-3UXctkKI/AAAAAAAACbo/LFI2zT8ux5c/s72-c/Sheen.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-5524908291016187881</id><published>2009-08-20T15:51:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T16:16:22.756-07:00</updated><title type='text'>21 de Agosto - S. Pio X</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.itaici.org.br/fotos/Pio%20X.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 285px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.itaici.org.br/fotos/Pio%20X.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;SÃO PIO X&lt;br /&gt;(Giuseppe Melchiorre Sarto)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;São Pio PP X, (Giuseppe Melchiorre Sarto), nascido em Veneza em 1835. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;''Passados  11 dias do sufrágio da alma do &lt;a href="http://geocities.yahoo.com.br/igrejacatolicaepiscopal/Leao_XIII_Papa.html"&gt;Papa Leão XIII&lt;/a&gt;, recém-falecido, os Cardeais da Santa Igreja (em número de 62, na época) iniciaram o Conclave - reunião do Colégio Cardinalício com o objetivo de eleger o novo Papa'' &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;''No sétimo turno da votação, o Cardeal Sarto, por insistência de vários de seus pares no Sacro Colégio, acabou aceitando (é bom recordar o papel fundamental representado pelo então Monsenhor Merry del Val (mais tarde Cardeal) para convencer o Cardeal Sarto a aceitar o resultado da eleição) e foi eleito o 259º sucessor de São Pedro, por 50 votos a seu favor, no dia 4 de Agosto de 1903. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Cardeal Sarto, de cabeça baixa, ouviu o resultado do sufrágio. Segundo o costume, aproximou-se dele o Cardeal Decano e perguntou-lhe se aceitaria ou não a eleição à Sede Pontifícia. Com os olhos banhados em lágrimas, e a exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, respondeu: “Se não for possível afastar de mim esse cálice, que se faça a vontade de Deus. Aceito o Pontificado como uma cruz”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após cinco dias, teve lugar a grandiosa cerimónia de coroação do sucessor de São Pedro, para a glória da Santa Igreja. O glorioso, árduo e fecundo Pontificado deste Vigário de Cristo durou 11 anos. Nesse período, foram lançados mais de 3000 documentos oficiais, com o objectivo de Instaurare omnia in Christo - conforme seu lema. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E tem estreita analogia com esta sua afirmação: &lt;strong&gt;“Se alguém pedir uma palavra de ordem, sempre daremos esta e não outra: Restaurar todas as coisas em Cristo”.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse sentido de restaurar todas as coisas em Cristo, foram numerosas e admiráveis as obras empreendidas pelo Santo Pontífice para defender a Civilização Cristã gravemente ameaçada. Em seu esplêndido livro de memórias, o Cardeal Merry del Val, Secretário de Estado de São Pio X, enumera de passagem algumas dessas obras: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A reforma da Cúria Romana; a fundação do Instituto Bíblico; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A construção de seminários centrais e a promulgação de leis para a melhor disciplina do clero;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A nova disciplina referente à primeira comunhão e à comunhão frequente;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O restabelecimento da música sacra; a vigorosa resistência movida contra os fatais erros do chamado modernismo e a corajosa defesa da liberdade da Igreja na França, Alemanha, Portugal, Rússia e outros países, sem aludir a outros actos de governo, justificam certamente que Pio X tenha sido destacado como um grande Pontífice e um director humano excepcional. Posso testemunhar que todo esse enorme trabalho foi devido principalmente e - muitas vezes - exclusivamente à sua própria ideia e iniciativa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A História haverá de proclamá-lo como algo mais que um Papa cuja bondade ninguém seria capaz de discutir. Os limites que me impus ao traçar estas breves Memórias impedem-me de entrar a fundo no estudo das diversas e importantes questões a que mais acima me referi; mas há uma delas cuja importância creio merecer especial atenção neste curto relato, e esta é a compilação do novo Código de Direito Canónico”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Cardeal, fidelíssimo Secretário de Estado de São Pio X, passa a narrar o intenso trabalho do Santo Padre para reorganizar e aprimorar o novo Código, uma vez que o anterior era um emaranhando confuso, uma legislação que se prestava a diversas interpretações. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foram 11 anos de trabalho quase ininterrupto, mas ao cabo dos quais a admirável codificação ficou praticamente pronta nos últimos dias de São Pio X, em 1914. Seu sucessor, o &lt;a href="http://geocities.yahoo.com.br/igrejacatolicaepiscopal/Bento_XV_Papa.html"&gt;Papa Bento XV&lt;/a&gt;, rendeu-lhe uma merecida homenagem, promulgando o novo Código elaborado por seu augusto predecessor. Uma palavra a respeito de uma característica em que se destacou no mais alto grau São Pio X: sua extrema bondade, ao lado de uma indomável energia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobre isso, nada melhor que darmos a palavra a quem o conheceu mais de perto, e devotadamente o serviu por 11 anos - seu próprio Secretário de Estado, o Cardeal Merry del Val: “Seria um grande erro crer que esta característica (a bondade) tão atraente de Pio X o retratasse plenamente ou resumisse seus dotes e qualidades; nada mais longe da verdade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao lado dessa bondade, e de modo feliz combinada com a ternura de seu coração paternal, possuía uma indomável energia de carácter e uma força de vontade que podiam testemunhar, sem vacilação, os que realmente o conheceram, embora em mais de uma ocasião surpreendesse, e até causasse estranheza àqueles que somente haviam tido ocasião de experimentar sua delicadeza e reserva habituais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mantinha um absoluto senhorio de si e dominava os impulsos de seu ardente temperamento. Não vacilava em ceder em assuntos que não considerava essenciais, e até estava disposto a considerar e aceitar a opinião de outros se isso não implicasse em risco para algum princípio; mas não havia nele nenhuma debilidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando surgia alguma questão na qual se fazia necessário definir e manter os direitos e liberdade da Igreja, quando a pureza e integridade da verdade católica requeriam afirmação e defesa, ou era preciso sustentar a disciplina eclesiástica contra o relaxamento ou influência mundanas, Pio X revelava então toda a força e energia de seu carácter e o intrépido valor de um grande Pontífice consciente da responsabilidade de seu sagrado ministério e dos deveres que julgava ter que cumprir a todo custo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era inútil, em tais ocasiões, que alguém tratasse de dobrar sua constância; toda tentativa de intimidá-lo com ameaças, ou de afagá-lo com sedutores pretextos ou recursos meramente sentimentais, estava condenada ao fracasso”. Este santo varão, que derramava copiosas lágrimas considerando a paixão da Santa Igreja, era entretanto de uma severidade ímpar contra o mal. Depois de esgotar todos os recursos ao seu alcance para levar alguém à conversão, severamente condenava. Estava sempre disposto a perdoar, por assim dizer, maternalmente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas se a pessoa persistisse no erro e, pior, procurasse contaminar outros com seus desvios, o Santo Papa a reprovava energicamente. Foi o que ocorreu quando condenou o movimento modernista - “síntese de todas as heresias”, conforme o definiu -, que se infiltrara sub-repticiamente nas próprias fileiras católicas, com a finalidade de modernizar, adaptar e deturpar inteiramente o ensinamento tradicional da Igreja. Assim, o Santo Padre lançou várias advertências aos mentores desse movimento, os quais não as levaram em consideração, pois se obstinavam no mal e procuravam corromper outros membros da Igreja e até mesmo da alta Hierarquia Eclesiástica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicou então a sua estupenda Encíclica «Pascendi Dominici Gregis», de 08 de Setembro de 1907, fulminando o modernismo. Tal documento completava a condenação já expressa no Decreto «Lamentabili Sane Exitu», de 03 de Julho do mesmo ano. Como se pôde observar, vem de há muito a tentativa de infiltração no interior da Santa Igreja, por parte de inimigos velados ou declarados, a fim de “modernizar”, adaptar aos novos tempos e adulterar o Magistério tradicional e infalível da Santa Igreja Católica Apostólica Romana. A sua canonização foi feita pois atribui-se à Pio X, ainda em vida, vários milagres. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relatam que pessoas doentes que tinham contacto com ele curavam-se, e sobre este facto ele mesmo explicava como sendo "o poder das chaves de &lt;a href="http://geocities.yahoo.com.br/padrelaureano5/Sao_Pedro.html"&gt;São Pedro&lt;/a&gt;". Um dos casos mais formidáveis ocorreu durante uma Missa, quando ordenou a um Padre que apagasse uma determinada vela do Altar. Ao final, Pio X pegou essa vela e retirou de dentro uma bomba que fora ali colocada para estourar durante a Missa. Fala-se também que após sua morte que ocorreu em 20 de Agosto de 1914, ainda era visto, frequentemente, dentro do Vaticano. Em Maio de 1954 foi canonizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor : Mons. Dom ++ Paulo Jorge de Laureano – Vieira y Saragoça&lt;br /&gt;Arcebispo Primaz Katholikos / (Mar Alexander I da Hispânea) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-5524908291016187881?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/5524908291016187881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=5524908291016187881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/5524908291016187881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/5524908291016187881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2009/08/21-de-agosto-s-pio-x.html' title='21 de Agosto - S. Pio X'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-1585276305175731295</id><published>2009-08-15T03:49:00.000-07:00</published><updated>2009-08-15T04:03:39.039-07:00</updated><title type='text'>14 de Agosto - São Maximiliano Kolbe - Martir Sacerdote</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SoaVg7PnkJI/AAAAAAAACVg/DcJ-4CQV9oE/s1600-h/8_14_kolbe2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 297px; height: 359px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SoaVg7PnkJI/AAAAAAAACVg/DcJ-4CQV9oE/s320/8_14_kolbe2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370143998577447058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Raymond Kolbe, filho de Júlio Kolbe e Maria Dabrowska, nasceu aos 8 de janeiro de 1894, em Zdunska Wola, perto de Lódz, na Polônia. Por volta dos nove anos, ajoelhado diante do oratório, apareceu-lhe a Virgem Maria, segurando uma flor branca – representando a virgindade – e uma vermelha – simbolizando o martírio – e perguntou-lhe qual preferia; ele, angustiado pela difícil escolha, respondeu: “As duas”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aos 13 anos, entrou no seminário dos Frades Menores Conventuais, onde recebeu o nome de Maximiliano Maria. Enviado a Roma para obter doutorado em filosofia e teologia, em 1917, movido por um incondicional amor a Maria, fundou o movimento de apostolado mariano “Milícia da Imaculada”. No ano seguinte, 1918, foi designado para lecionar no Seminário Franciscano, em Cracóvia. Mas o amor por Maria e seu apostolado Mariano, começou a evangelizar através da imprensa escrita e através de rádio também. Em 1922, sem recursos financeiros, fundou uma revista mensal intitulada “Cavaleiro da Imaculada”, chegando a incrível marca de 1.000.000 de exemplares. Seguiu-se com outras publicações como revistas para crianças ou para os fiéis latino-americanos. Verdadeiramente o carisma presente em São Maximiliano era o da imprensa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div face="georgia" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em 1931 aceitou a tarefa proposta pelo Santo Padre de ajudar na evangelização ao redor do mundo e foi para o Japão. Em Nagasaki fundou a revista “Cavaleiro da Imaculada” que se tornou famosa no meio católico. O sonho de São Maximiliano era de espalhar pelo mundo a devoção à Imaculada. No entanto teve de retornar à Polônia no início da Segunda Guerra Mundial. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em setembro de 1939, Frei Maximiliano e cerca de 40 outros frades foram levados para os campos de concentração. Na celebração da Imaculada Conceição do mesmo ano foram libertos. Mas os nazistas tinham uma preferência maior por judeus e padres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Gestapo permitiu uma impressão final do “Cavaleiro da Imaculada”, em dezembro de 1940, para poder incriminá-lo. Em Maio de 1941, foi levado ao campo de extermínio de Auschwitz. Nestes campos, milhares de pessoas foram exterminados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando o chefe militar viu Frei Maximiliano vestido de hábito religioso, ficou furioso. Agarrou o crucifixo do frade e, puxando-o, gritou: “E tu acreditas nisso?” “Creio, sim!” Uma tremenda bofetada seguiu a resposta de Frei Kolbe. Três vezes repetiu-se a pergunta. Três vezes Maximiliano confessou sua fé. Três vezes levou bofetada. Frei Maximiliano demonstrava profunda devoção à Imaculada e em contra ponto aos horrores dos nazistas ele perdoava e aconselhava os prisioneiros a confiar em Maria Santíssima e orar pelos assassinos. Os judeus tinham o direito de viver duas semanas e os padres um mês. Frei Maximiliano era conhecido pela caridade mesmo nos momentos mais difíceis. Dava seu alimento a quem precisava e era o último a ser atendido pela enfermaria, mesmo tendo tuberculose. Dizia: “O ódio não é a força criativa; a força criativa é o amor”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um prisioneiro escapou com sucesso da mesma seção onde Frei Maximiliano estava detido. Em represália, o comandante ordenou a morte por inanição de 10 prisioneiros, escolhidos aleatoriamente. O sargento Franciszek Gajowniczek, que fora escolhido para morrer, gritou lamentando que nunca mais veria a esposa e os filhos. Então, saiu da fila o prisioneiro nº 16670, pedindo ao comandante o favor de poder substituir aquele pai de família. O comandante perguntou, aos berros, quem era aquele “louco”, e, ao ouvir ser um padre católico, aceitou o pedido. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os 10 prisioneiros, despidos, foram empurrados numa pequena, úmida e totalmente escura cela dos subterrâneos, para morrer de fome. Durante 10 dias Frei Maximiliano conduziu os outros prisioneiros com cânticos e orações, e os consolou um a um na hora da morte. Após esses dias, como ainda estava vivo, recebeu uma injeção letal. Era o dia 14 de agosto de 1941.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O corpo de Maximiliano Kolbe foi cremado e suas cinzas atiradas ao vento. Numa carta, quase prevendo seu fim, escrevera: “Quero ser reduzido a pó pela Imaculada e espalhado pelo vento do mundo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao final da Guerra, começou um movimento pela beatificação do Frei Maximiliano Maria Kolbe, que ocorreu em 17 de outubro de 1971, pelo Papa Paulo VI. Em 1982, na presença de Franciszek Gajowniczek, que sobreviveu aos horrores do campo de concentração, São Maximiliano foi canonizado pelo Papa João Paulo II, como mártir da caridade. Por seu intenso apostolado, é considerado o patrono da imprensa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;“Toda a vida de Maximiliano está marcada pelo encanto de duas coroas: a coroa branca da inocência e a coroa vermelha do martírio. O branco e o vermelho, cores da bandeira polonesa, símbolos da Imaculada e do Espírito Santo, da pureza e do amor, são as cores desta vida exemplar, a bandeira de uma humanidade mais autêntica e mais fraterna”&lt;/em&gt; –&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;[&lt;strong&gt;Luciano Marini&lt;/strong&gt;,&lt;strong&gt;"L'Osservatore Romano"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:1.2em;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Mártir de Auschwitz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;   “Para Padre Kolbe o amor estava em tudo e em todos, ele sempre dizia perdoar, perdoar, perdoar" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;O bloco 14 era dividido em duas partes, térreo e superior, éramos em 400 prisioneiros. A situação higiênica é indescritível, um banheiro para 400 prisioneiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Padre Kolbe esteve no campo 77 dias, chegou dia 28 de maio 1941, era tranqüilo, um homem onde resplendia a bondade, um verdadeiro amigo. Aqueles que o conheciam sempre o ajudavam devido a sua fragilidade. Eu nunca me aproximava dele, ele sempre falava com os outros padres, a respeito da Imaculada e da Santíssima Trindade, somente os mais velhos o escutavam. A coisa mais interessante era perceber o quanto era bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 29/07/1941, mais ou menos 13:00h, momento pausa no trabalho e a sirene soou, deu medo, o som não era o mesmo, naquele dia entendíamos que era algo de ruim, e todos deveriam deixar o trabalho e ir para o pátio, é o momento do apelo, ou seja, o controle de prisioneiros de cada bloco. Alguns não suportavam o trabalho e morriam, mas vivo ou morto tinha que estar no momento do apelo, não podia faltar nenhum prisioneiro. Deus me permitiu estar em tantos apelos não sei como consegui. Naquele dia era apelo punitivo, somente para o nosso bloco, e nenhum outro bloco, podia nem mesmo ver pela janela se não também eram punidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;Depoimento deMiguel  Micherdzirski  ex-prisioneiro Número 1.261 &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;   &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.miliciadaimaculada.org.br/imagens/prisioneiro.jpg" class="esquerda" /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:1.2em;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esteve 04 anos no campo de concentração de Auschwitz. Foi transportado para o campo no dia 26.06.1940 com 19 anos. Deu seu testemunho no dia 08.01.2004, na Polônia em ocasião dos 110 anos do nascimento de São Maximiliano Kolbe.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;   &lt;i&gt;- 30.07.1941 as 19:15h, foi o momento que Padre Kolbe saiu da fila, do dia 29/07 ao 30/07 ficamos no pátio em pé sem comer, sem dormir, a noite era muito fria, e durante o dia muito calor. Os soldados colocavam a comida na nossa frente, e jogavam no chão, muitos não agüentavam, não tendo mais força e acabavam morrendo. Eu, Padre Kolbe e Francisco estávamos na mesma fila, na 5º ou 6° fila. Fritz andava entre as filas, e quando parava na frente de um prisioneiro significava que era seu fim, era condenado, quando Fritz se aproximou de mim, me sumiu a visão, tremia minhas pernas, meu único desejo era de viver, minha oração era “Deus não deixe ele tocar em mim”. Naquele momento não podíamos ter nenhum tipo de reação, não podia manifestar nem mesmo uma expressão, porque seria o suficiente para morrer. Quando tudo acabou foi um alivio, mas de repente se percebe que alguém sai do lugar, naquele momento o silêncio reinava, só se ouvia os passos daquele homem, Padre Kolbe. Ele calmamente se aproximou de Fritz e disse: “Quero morrer no lugar desse homem”. Em um lugar onde milhões morriam, morrer por um não significava nada.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; Fritz perguntou: “Quem é o senhor?”.Calmamente Padre Kolbe responde: “Sou um Polaco sacerdote católico”. Sete milhões de prisioneiros passaram por lá, essa foi a primeira vez que Fritz chamava um prisioneiro de senhor, éramos sempre chamados de porcos, besta e outros nomes terríveis. Padre Kolbe disse simplesmente: “Porque ele tem mulher e filhos” ela salvava o valor do sacramento matrimonial e a paternidade. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; O que mais impressionou, não foi o fato que ele morria por alguém, isso era normal em um lugar como aquele, mas naquele dia os Tedescos perderam a guerra, era inacreditável Fritz falar com um prisioneiro, e ter aceitado a troca, ele podia simplesmente atirar em Padre Kolbe e nos outros, ou então soltar os cachorros neles. No campo de concentração era inaceitável gesto de martírio, os Tedescos não admitiam, os prisioneiros só podiam morrer, por suas mãos. Padre kolbe morreu para salvar um único prisioneiro, mas naquele dia ele trouxe a Auchwitz a esperança e o amor. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; Foram 386 horas de sofrimento, e de fome. A Imaculada fez com Padre Kolbe tudo aquilo que desejava, fez dele um grande dom. Humanamente era difícil entender aquele ato, aquele momento marcou a história de Auschwtiz, a história de cada prisioneiro, ele trouxe a cada um de nós a dignidade e a vontade de viver. " &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; "Padre Kolbe e os outros nove prisioneiros foram levados para o bloco 11, no Bunker da fome. Passaram-se duas semanas e os prisioneiros morriam um após o outro, mas no fim da terceira semana, ainda sobreviviam quatro, entre eles Padre Kolbe. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; Para os carrascos, a morte deles estava sendo longa porque a cela (Bunker) era necessária para outras vítimas. Por isso, no dia 14 de agosto de 1941, (as 12h50, da Vigília da Assunção de Maria Virgem ao céu), foi conduzido ao Bunker, o carrasco Boch, um Tedesco, diretor da sala dos enfermos. Ele aplica no braço esquerdo de cada um, a injeção venenosa de acido fenico. Padre Kolbe com a oração entre os lábios estende o braço ao carrasco. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; Não podendo resistir aquilo que meus olhos viam, com o pretexto de ter que ir trabalhar, fui para fora. Quando os guardas e o carrasco deixaram o Bunker, eu retornei: Encontrei Padre Maximiliano Kolbe, sentado e apoiado no muro, com os olhos abertos e a cabeça inclinada: era a sua posição habitual. A sua face era radiante e serena. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;   &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt; Jesus disse: “tudo está cumprido”. Inclinando a cabeça, entrega o espírito. Talvez também Padre Kolbe tenha pronunciado essas palavras, antes de inclinar a cabeça e suspirar. No dia da Assunção da Virgem Maria ao Céu, no dia 15 de agosto, o seu corpo foi queimado no forno crematório e suas cinzas foram jogadas ao vento. Em 28 de janeiro de 1942, o certificado de morte de Padre Kolbe foi levado pelo oficial central do campo de concentração ao convento de Niepokalanòw."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:1.2em;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(Testemunho de Sig. Borgowiec - Fonte site MI Internacional.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;" align="justify"&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;pensamentos de são maximiliano kolbe&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;"O homem não foi criado para as riquezas, pois tanto mais possui, tanto mais deseja e tanto mais é infeliz."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;"O homem não foi criado para os prazeres, pois quanto mais possui, tanto mais deseja e tanto mais é infeliz."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;"O homem não foi criado para a glória, pois quanto mais possui, tanto mais deseja e tanto mais é infeliz; nem para a ciência, pois tudo isso são meios. O que você ganha se perde a alma?"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;"Você foi criado para Deus e para o Paraíso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;O fim do homem é a glória de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;O fim do religioso é um a maior glória de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A recompensa do homem é o Paraíso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A recompensa do religioso é uma maior felicidade no Paraíso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;O que fazer para alcançar o fim?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- &lt;u&gt;intelecto&lt;/u&gt;: conhecer Deus através :&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;1. da meditação feita bem (Palavra de Deus)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;2. boas leituras&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;3. sobre tudo através da santa comunhão feita bem, metade da jornada de preparação e a outra metade de agradecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana,arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;4. visita ao Santíssimo Sacramento: confidencie tudo ao Senhor, agradeça-O, reze a Ele .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-1585276305175731295?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/1585276305175731295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=1585276305175731295' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/1585276305175731295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/1585276305175731295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2009/08/14-de-agosto-sao-maximiliano-kolbe.html' title='14 de Agosto - São Maximiliano Kolbe - Martir Sacerdote'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SoaVg7PnkJI/AAAAAAAACVg/DcJ-4CQV9oE/s72-c/8_14_kolbe2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-6650869188660710584</id><published>2009-07-29T07:53:00.000-07:00</published><updated>2009-07-29T08:05:46.095-07:00</updated><title type='text'>São José Maria Escrivá - Modelo de Vida Sacerdotal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SnBksiZAmTI/AAAAAAAACS0/Ihqx4sAnnfE/s1600-h/misa3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 252px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SnBksiZAmTI/AAAAAAAACS0/Ihqx4sAnnfE/s320/misa3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363897872506984754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Identidade do sacerdote&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Começarei a minha intervenção com umas palavras que S. Josemaria costumava dirigir aos recém ordenados, mas que nos servem também – e talvez mais especialmente – a nós que contamos muitos anos de sacerdócio. Dizia: «sede, em primeiro lugar, sacerdotes; depois sacerdotes; sempre e em tudo, só sacerdotes». Nesta afirmação transparece o seu altíssimo conceito do sacerdócio ministerial, pelo que uns pobres homens – que isso somos todos diante do Senhor – são constituídos &lt;i&gt;servos de Cristo e administradores dos mistérios de Deus (1 Cor 4, 1)&lt;/i&gt;. Tão firme era a sua fé na identificação sacramental com Cristo que se leva a cabo no sacramento da Ordem, que o seu único sinal de glória, ao lado do qual empalideciam todas as honras da terra, era simplesmente ser &lt;i&gt;sacerdote de Jesus Cristo&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os santos, desde os tempos mais antigos, têm comentado a dignidade do sacerdócio. Vários Papas – entre os quais recordo especialmente S. Pio X, Pio XI e o actual Romano Pontífice – escreveram documentos inesquecíveis, que têm alimentado e continuam a alimentar a nossa vida sacerdotal. Também S. Josemaria nos deixou o seu ensinamento. Numa homilia de 1973, quando se espalhavam vozes confusas sobre a identidade do sacerdote e o valor do sacerdócio ministerial, resumia o seu pensamento com as seguintes palavras: «esta é a identidade do sacerdote: instrumento imediato e diário da graça salvadora que Cristo ganhou para nós. Se se compreende isto, se isto é meditado no silêncio activo da oração, como se pode considerar o sacerdócio uma renúncia? É um ganho impossível de calcular. A Nossa Mãe Santa Maria, a mais santa das criaturas – mais do que Ela, só Deus – trouxe Jesus ao mundo uma vez; os sacerdotes trazem-no à nossa terra, ao nosso corpo e à nossa alma, todos os dias: Cristo vem para nos alimentar, para nos vivificar, para ser, desde já, penhor da vida futura»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentido da grandeza do sacerdócio levava-o a cuidar com esmero a sua vocação sacerdotal, da qual se encontrava cada vez mais enamorado. Quando, para atender aos pedidos dos que estavam ao seu lado, se referia às vezes ao processo da sua vocação, sempre fazia sobressair a iniciativa de Deus, que lhe saiu ao encontro quando tinha quinze ou dezasseis anos. Como bem sabeis, foi em Logronho, em Dezembro de 1917 ou Janeiro de 1918, onde o adolescente Josemaria Escrivá teve os primeiros pressentimentos de que o Senhor o chamava para algo que não sabia o que era. Não lhe tinha passado pela cabeça a possibilidade do sacerdócio. Contudo, perante essa acção de Deus, com o fim de melhor se preparar para cumprir a Vontade divina, decidiu ir para o Seminário. Com toda a verdade podia afirmar, passados os anos, que o começo da sua vocação sacerdotal tinha sido «uma chamada de Deus, uma suspeita de amor, um enamoramento de um rapaz de quinze ou dezasseis anos»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Seminário de Logronho recebeu a primeira formação sacerdotal, que depois completaria em Saragoça. Deus queria que a semente que ia lançar sobre a terra a 2 de Outubro de 1928, encontrasse um coração de sacerdote preparado a fundo para a acolher e fazer frutificar. Por isso, grato a Nosso Senhor, S. Josemaria afirmava que a sua vocação era – deixai-me que insista – a de ser sacerdote, só sacerdote, sempre sacerdote. Amava com loucura esta condição que, configurando-o com Cristo, o havia preparado para ser instrumento, nas mãos de Deus, para a fundação do Opus Dei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Dom e tarefa&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ao enumerar as condições dos candidatos ao sacerdócio, antigamente prescrevia-se que deveriam ser escolhidos entre homens que levassem &lt;i&gt;uma vida honesta&lt;/i&gt;. Esta norma, minimalista e já superada, parecia muito pobre a S. Josemaria. «Entendemos, com toda a tradição eclesiástica – escrevia em 1945 –, que o sacerdócio pede – pelas funções sagradas que lhe competem – algo mais que uma vida honesta: exige uma vida santa em que o exerce, constituídos – como estão – em mediadores entre Deus e os homens»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josemaria Escrivá tinha recebido, no seio da sua família e no colégio, uma formação profundamente cristã, que incluía o conhecimento da doutrina, a frequência dos sacramentos, a preocupação concreta pelas necessidades espirituais e materiais das pessoas, como referem diversas testemunhas daquela época. Ao receber a chamada divina para o sacerdócio, a sua existência mudou radicalmente, no sentido de que aumentou a intensidade e frequência da sua intimidade com Deus e a sua preocupação com os outros. Isto levou-o a uma maturidade não adequada à idade que tinha, mas sobrenaturalmente lógica. Cumpria-se na sua vida o que afirma a Sagrada Escritura: &lt;i&gt;super senes intellexi quia mandata tua servavi&lt;/i&gt; 4, sou mais sagaz que os idosos, porque observo os teus preceitos. Desde aqueles pressentimentos, o adolescente Josemaria começou a tomar a sério a santidade, procurando conhecer e cumprir fidelissimamente a Vontade de Deus....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como membros do Corpo Místico de Cristo, em que fomos enxertados pelo Baptismo, todos fomos santificados com radicalidade: trazemos em nós o gérmen e início da vida nova que Cristo nos ganhou com a sua Morte e a sua Ressurreição. A consagração baptismal é a realidade fundamental do chamamento à santidade em todos os géneros de vida. Deste ponto de vista, atendendo à absoluta gratuidade daquilo que recebemos, a santificação surge claramente na sua dimensão de &lt;i&gt;dom&lt;/i&gt;: um presente imerecido que o nosso Pai-Deus nos dá, em Cristo, pelo Espírito Santo. Ao mesmo tempo, a santificação é uma chamada pessoal, uma &lt;i&gt;tarefa&lt;/i&gt; que se outorga à responsabilidade da cada cristão. S. Josemaria dirá que é &lt;i&gt;obra de toda a vida&lt;/i&gt; 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A santidade é, pois, dom e tarefa. Entrega gratuita de um bem imerecido e, ao mesmo tempo, encargo que devemos levar até ao fim com esforço pessoal, com correspondência heróica, empenhando-nos num verdadeiro compromisso de vida cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;A santidade sacerdotal como dom&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ao ser uma única a condição radical de todos os baptizados, todos – sacerdotes e leigos – somos chamados de igual modo à plenitude da vida cristã. «Não há santidade de segunda categoria: ou existe uma luta constante por estar na graça de Deus e ser conformes a Cristo, nosso Modelo, ou desertamos dessas batalhas divinas. Nosso Senhor convida-nos a todos, para que cada um se santifique no seu próprio estado»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos face a uma das intuições fundamentais que S. Josemaria Escrivá pregou, por encargo divino, desde 1928. Ao fundar o Opus Dei, o Senhor mostrou-lhe que cada pessoa deve procurar santificar-se no próprio estado, no género de vida em que foi chamado, no seu próprio trabalho e através do seu próprio trabalho, segundo a conhecida expressão de S. Paulo: &lt;i&gt;permaneça cada um naquele estado em que Deus o chamou (1 Cor 7, 20)&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A santidade, nos sacerdotes e nos leigos, edifica-se, portanto, sobre o mesmo fundamento: a consagração originária do Baptismo, aperfeiçoada pela Confirmação. Contudo, é evidente que o dever de alcançar a santidade urge especialmente o sacerdote, que foi &lt;i&gt;tomado de entre os homens, no que se refere a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados (Hb 5, 1)&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Em contínuo contacto com a santidade de Deus – escreveu João Paulo II – o próprio sacerdote deve tornar-se santo. É o seu próprio ministério que o obriga a uma opção de vida inspirada no radicalismo evangélico» 8. E acrescenta no livro &lt;i&gt;Dom e Mistério&lt;/i&gt;, escrito pela ocasião do quinquagésimo aniversário da sua ordenação sacerdotal: «Se o Concílio Vaticano II fala da vocação &lt;i&gt;universal&lt;/i&gt; à santidade, no caso do sacerdote é preciso falar de uma &lt;i&gt;especial&lt;/i&gt; vocação à santidade. &lt;i&gt;Cristo precisa de sacerdotes santos!&lt;/i&gt; O mundo de hoje reclama sacerdotes santos! Só um sacerdote santo se pode tornar, num mundo cada vez mais secularizado, uma testemunha transparente de Cristo e do seu Evangelho. Só assim é que o sacerdote pode tornar-se guia dos homens e mestre de santidade»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sacerdote foi consagrado duas vezes para Deus: no Baptismo, como todos os cristãos, e no sacramento da Ordem. Por isso, se não se pode falar de santidade de primeira ou de segunda categoria – porque todos somos convidados à perfeição com a que o Pai celestial é perfeito (cfr. Mt 5, 48) – não há dúvida de que sobre os sacerdotes recai especialmente o dever de aspirar à santidade. Releiamos umas palavras do Fundador do Opus Dei que resultam especialmente clarificadoras. «Todos os cristãos podem e devem ser, não já alter Christus, mas ipse Christus: outros Cristos, o próprio Cristo! Mas no sacerdote isto dá-se imediatamente, de forma sacramental»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No exercício do ministério para o qual foi ordenado, encontra o sacerdote o alimento da sua vida espiritual, o material que o faz arder no amor de Deus. Por isso, seria um grave erro se outras aspirações ou outras tarefas esbatessem na sua alma o que, para ele, se concretiza em algo de indispensável para alcançar a santidade: a celebração cuidadosa e cheia de amor do Sacrifício da Missa, a pregação da Palavra de Deus, a administração dos sacramentos aos fiéis, especialmente o da Penitência; uma vida de oração constante e de penitência alegre; o cuidado das almas que lhe são confiadas, junto com os mil um serviços que uma caridade vigilante sabe dispensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que intuiu a chamada para o sacerdócio, e mais explicitamente, desde que foi ordenado sacerdote, S. Josemaria quis identificar-se com Cristo, ser o próprio Cristo, no exercício do ministério sacerdotal e em toda a sua existência. Daí a sua vida de oração, a sua celebração pausada da Missa, a sua “necessidade” de permanecer longos momentos junto ao Sacrário; e, ao mesmo tempo, a sua urgência em procurar as almas para as conduzir a Cristo, por caminhos de santidade. Compreendeu que se pode e se deve levar um comportamento santo em todos os estados da vida, e concretamente no matrimónio; por isso, desde os seus primeiros anos como pastor, além de encaminhar muitas pessoas pelo caminho do celibato apostólico assumido com verdadeira alegria, animou muitas outras a descobrir a dignidade da vocação matrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreve João Paulo II: «Posso dizer que se encontra cada dia mais, naquele &lt;i&gt;Mysterium fidei&lt;/i&gt;, o sentido do próprio sacerdócio. Ali está a medida da resposta que tal dom requer. O &lt;i&gt;dom é cada vez maior!&lt;/i&gt; E é maravilhoso que assim seja. Bom é que um homem não possa dizer nunca que já correspondeu plenamente ao dom. É um dom e também uma tarefa: sempre! Ter consciência disto é fundamental para se viver plenamente o próprio sacerdócio»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S. Josemaria Escrivá celebrava cada dia a Santa Missa com paixão de enamorado, bem consciente de que «pelo sacramento da Ordem, o sacerdote torna-se efectivamente apto para emprestar a Nosso Senhor a voz, as mãos, todo o seu ser» 12. Reparai como descrevia numa reunião familiar esse misterioso eclipse da personalidade humana do presbítero, que nesses momentos se converte em instrumento vivo de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Chego ao altar e a primeira coisa em que penso é: Josemaria, tu não és Josemaria Escrivá de Balaguer (…): és Cristo. Todos os sacerdotes somos Cristo. Eu empresto ao Senhor a minha voz, as minhas mãos, o meu corpo, a minha alma: dou-lhe tudo. É Ele quem diz: &lt;i&gt;isto é o meu Corpo, isto é o meu Sangue&lt;/i&gt;, é ele que consagra. Se não, eu não poderia fazê-lo. Ali renova-se de modo incruento o divino Sacrifício do Calvário. De maneira que estou ali &lt;i&gt;in persona Christi&lt;/i&gt;, fazendo as vezes de Cristo. O sacerdote desaparece como pessoa concreta: o P.e Fulano, o P.e Beltrano ou Josemaria… Não Senhor! É Cristo»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;A santidade sacerdotal como tarefa&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A grandeza incomparável do sacerdote fundamenta-se na sua identificação sacramental com Cristo, que o leva a ser &lt;i&gt;ipse Christus&lt;/i&gt; e a actuar &lt;i&gt;in persona Christi capitis&lt;/i&gt;, sobretudo na celebração eucarística e no ministério da Reconciliação. «Uma grandeza emprestada, compatível com a minha pequenez. Peço a Deus Nosso Senhor que nos dê, a todos os sacerdotes, a graça de realizar santamente as coisas santas, de reflectir, também na nossa vida, as maravilhas das grandezas de Nosso Senhor»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada cristão deve procurar que a sua condição de seguidor de Jesus Cristo se reflicta em toda a sua conduta: na família, na profissão, na actividade social, pública, desportiva… Também na existência concreta do sacerdote, na sua vida diária, deve manifestar-se a sua específica relação com Cristo. Pelo carácter indelével recebido na ordenação, é-se sacerdote durante as vinte e quatro horas do dia, não só nos momentos em que exercita expressamente o ministério. Convém tê-lo muito presente na época actual, quando vão desaparecendo – da nossa sociedade multicultural e multi-religiosa – tantos sinais que recordavam aos nossos antepassados a primazia de Deus e da vida sobrenatural. Não o digo com pessimismo, mas sim com ânimo de que nos esforcemos para que não se percam as raízes cristãs do nosso povo, que se manifestam também em tradições piedosas, em elementos da cultura, da arte e dos costumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sacerdote deve chegar à meta da santidade, como por um plano inclinado, sob a direcção do Espírito Santo, que é quem modela nos filhos adoptivos de Deus os traços de Jesus Cristo. Neste processo, que dura toda a vida, junto com a acção sobrenatural da graça, é decisiva a resposta dócil da criatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem esforço por praticar as virtudes, sem luta por desenvolvê-las todos os dias, com constância, não é possível a santidade. Em que se centram os hábitos virtuosos que hão de estruturar a santidade do sacerdote? No mesmo que nos demais fiéis, pois todos somos chamados a meta idêntica – a união com Deus – e dispomos dos mesmos meios para alcançá-la. A diferença apoia-se no modo de exercitar essas virtudes. No sacerdote, tudo deve cumprir-se sacerdotalmente; quer dizer, tendo sempre presente a finalidade da sua vocação específica, o serviço às almas. Temos de seguir o exemplo do Senhor, que afirmou de si mesmo: &lt;i&gt;Eu consagro-Me por eles, para eles serem também consagrados na verdade (Jo 17, 19)&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torna-se impossível, neste breve tempo, expor uma súmula completa das virtudes sacerdotais. Limitar-me-ei a apresentar algumas que considero capitais no ensino e no exemplo de S. Josemaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Virtudes humanas do sacerdote&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Utilizando a metáfora da construção – imagem de raízes bíblicas –,o que primeiro se procura é um terreno sólido. O próprio Cristo alude a esta necessidade, na conclusão do Sermão da Montanha, quando fala do homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha, de modo que, quando chegaram os ventos e as chuvas, nada puderam contra essa casa (cfr. Mt 7, 24-25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida espiritual do cristão, o terreno sólido do edifício espiritual configura-se pelas virtudes humanas, pois a graça pressupõe sempre a natureza. Convém não esquecer que o sacerdote não deixa de ser homem ao receber a ordenação. Pelo contrário, precisamente por ter sido escolhido dentre os homens e constituído mediador entre os homens e Deus (cfr. Hb 5, 1), necessita cuidar a sua preparação humana, que o torna mais capaz de servir melhor as almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Compreende esta formação – escreve Mons. Álvaro del Portillo – o conjunto de virtudes humanas que se incluem directa e indirectamente nas quatro virtudes cardeais, e a bagagem de cultura não eclesiástica indispensável para que o sacerdote possa exercer com facilidade – ajudado, evidentemente, pela graça – o seu apostolado» 15. O meu predecessor à frente da Prelatura do Opus Dei realça os motivos principais que devem levar o sacerdote a adquirir e a desenvolver estas virtudes: «O primeiro, como parte da luta ascética normalmente necessária para chegar à perfeição; o segundo, como meio para exercitar com maior eficácia o apostolado»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida e nos ensinamentos de S. Josemaria, é claro este aspecto basilar da formação cristã e da especificamente sacerdotal. Temos numerosas provas desta afirmação, desde a sua infância até ao seu falecimento em 1975. As testemunhas do seu trabalho pastoral são unânimes ao descrevê-lo como um sacerdote enamorado de Jesus Cristo, entregue ao serviço das almas, com uma personalidade forte e harmoniosa, na qual o humano e o sobrenatural se fundiam estreitamente em unidade de vida. Pelo que se refere aos seus ensinamentos, resulta paradigmática a homilia “Virtudes humanas”, recolhida no livro &lt;i&gt;Amigos de Deus&lt;/i&gt;, onde assenta o fundamento teológico da necessidade de cultivar as virtudes humanas: a profundidade da Encarnação do Verbo, perfeito Homem sem deixar de ser perfeito Deus. Nessa homilia analisa as principais virtudes que um cristão e um sacerdote devem cultivar: a fortaleza, a serenidade, a paciência, a laboriosidade, a ordem, a diligência, a veracidade, o amor à liberdade, a sobriedade, a temperança, a audácia, a magnanimidade, a lealdade, o optimismo, a alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-style: italic;"&gt;D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;f&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 0, 153);"&gt;onte : www.josemariaescriva.info&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-6650869188660710584?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/' title='São José Maria Escrivá - Modelo de Vida Sacerdotal'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/6650869188660710584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=6650869188660710584' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/6650869188660710584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/6650869188660710584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2009/07/sao-jose-maria-escriva-modelo-de-vida.html' title='São José Maria Escrivá - Modelo de Vida Sacerdotal'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SnBksiZAmTI/AAAAAAAACS0/Ihqx4sAnnfE/s72-c/misa3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-5551376381188725857</id><published>2009-07-18T14:07:00.000-07:00</published><updated>2009-07-18T14:12:54.986-07:00</updated><title type='text'>São João Maria Vianey</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SmI6rPDN9PI/AAAAAAAACLM/x7pFTqZiZpQ/s1600-h/vianney1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 272px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SmI6rPDN9PI/AAAAAAAACLM/x7pFTqZiZpQ/s320/vianney1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359911020973126898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style="text-align: center; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;em&gt;O jovem pároco João Maria Batista Vianney não prometia sucessos retumbantes, mas ao ser nomeado para o vilarejo perdido de Ars, o seu imenso amor a Deus transformou a fundo não apenas os seus paroquianos, mas milhões de peregrinos da França inteira.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;+&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Era ao entardecer de 9 de fevereiro de 1818, uma terça-feira. Um pastorinho de dezesseis anos, Antoine Givre, que guardava as ovelhas na lande das Dombes, teve um encontro estranho, que havia de recordar durante toda a vida. Ia cair a noite. Já as luzes se acendiam nas janelas das casas, agrupadas a algumas centenas de metros, para além de um valado. Do lado da estrada de Lyon, o rapaz ouviu um barulho e olhou: era um padre que avançava a grandes passadas de camponês; a seu lado, uma velha de touca na cabeça; atrás deles, uma carriola vacilante, carregada de fardos e de uma misturada de coisas, no meio das quais se via uma cama de madeira. O padre saudou o pequeno e perguntou-lhe se ainda estava longe de uma aldeia chamada Ars. Antoine indicou com a mão o humílimo povoado que já se ocultava no crepúsculo. “Como é pequeno!”, murmurou o padre. E ajoelhou-se. Em silêncio, durante muito tempo, rezou, de olhos postos nas casas. Rezou com um fervor e uma atenção extraordinários. Dir-se-ia que via coisas de que os outros não faziam a menor idéia. Ao levantar-se, olhou para o rapaz e, com voz muito simples, disse: “Tu mostraste-me o caminho de Ars… Um dia hei de mostrar-te o caminho do Céu”. Em seguida, retomou a marcha. A capelania de Ars-en-Dombes – que não tinha mais de duzentas almas e estava subordinada à paróquia de Misérieux, da diocese de Lyon – recebia o seu novo encarregado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chamava-se Jean-Marie Vianney. Nascera trinta e dois anos antes (1786), numa aldeia situada a umas dez léguas, Dardilly, onde os pais eram gente dedicada ao campo; e gente piedosa, como ainda havia tantos na França. Por curiosa coincidência, um dia sentara-se à mesa deles São Bento Labre, “o anjo andrajoso”, no decurso da sua grande peregrinação. Já aos sete anos, o pequeno Jean-Marie mostrara uma inclinação tão evidente para a oração que se falara de fazer dele frade ou padre. Levava para os campos onde guardava algumas vacas uma imagenzinha de Nossa Senhora, que colocava no buraco de um salgueiro para se ajoelhar diante dela. Com a Revolução, viera a grande caça aos padres. O pequeno tivera de aprender o catecismo às escondidas e de fazer a primeira comunhão clandestinamente, numa casa com a porta e as janelas fechadas. E o espetáculo da resistência do clero francês à perseguição acabara de enraizar nele a vocação religiosa. Mais ainda: uma vocação para o heroísmo, o sacrifício, a grandeza espiritual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Infelizmente, para ser padre e ter o direito e os meios de “ganhar almas para Deus”, não basta a boa vontade, não basta o impulso do coração: é preciso estudar, aprender latim, liturgia, teologia e tantas coisas mais! Nesse campo, Jean-Marie Vianney mostrara-se muito decepcionante. O seu cérebro, maravilhosamente capaz de fixar os fatos da vida prática e de penetrar nos seres, era radicalmente incapaz de armazenar as declinações latinas e as mais elementares noções de dogmática! Se não tivesse encontrado no seu caminho um homem para o compreender, não há dúvida de que nunca teria chegado a vencer os sucessivos obstáculos que o separavam do sacerdócio. Nos seminários de Verrières e, depois, no de Santo Ireneu, perto de Lyon, que fraca figura tinha feito o pobre pequeno! Mas M. Belley velara por ele, M. Belley, pároco de Ecully, abelha operária de uma dessas equipes de missionários que, em pleno Terror, o pe. Linsolas, vigário geral de Lyon, tivera a audácia de fundar. Graças a Belley, Jean-Marie conseguira receber o diaconado, em 1814, e, no ano seguinte (a 13 de agosto), a ordenação sacerdotal, na capela do Seminário Menor de Grenoble, algumas semanas depois da queda do Império. Coadjutor em Ecully, acabara de se preparar junto do seu mestre para uma existência sacerdotal inteiramente devotada às almas e também cheia de práticas de piedade e ascese: flagelações, jejuns, cilício. Era de Ecully que chegava, nesse entardecer brumoso de 9 de fevereiro de 1818, à minúscula aldeia de Ars. E lá iria ficar durante quarenta e um anos…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fisicamente, era um corpanzil rústico, de andar pesado, rosto alongado e magro, cujas “maçãs” se iam adelgaçando até ao queixo esguio, e em que o nariz ossudo despontava sobre uns lábios finos. O único dado apreciável dos seus traços sem graça eram os olhos, olhos de um azul-cinzento, de uma limpidez e uma capacidade de concentração igualmente extraordinárias. Mais tarde, quando estiver no auge da sua celebridade, uma toleirona burguesa, vinda expressamente de Paris para admirar o grande homem, vendo-o assim, exclamará: “É só isto, o Cura d´Ars?!” Pois só isso, esse camponês bronco, mal vestido, com uma batina remendada e esverdeada à força de uso, esse homenzinho facilmente brincalhão e que se chamava a si próprio o burrinho ou o idiota da aldeia?! Como não deixar desconcertada uma parisiense! E essa reputação de ignorante, de caranguejo com orelhas de burro, que o seguia desde o seminário e que ele mesmo parecia cultivar com prazer…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas a verdade desse homem não estava aí. É óbvio que era exatamente o contrário desse &lt;em&gt;minus habens&lt;/em&gt;, desse “primário intelectual” de que falariam os redatores da Idée libre. A inteligência não se mede só pela dose de conhecimentos livrescos que pode assimilar, e, quanto a tudo o que pertencia à vida e não ao impresso, Jean-Marie Vianney era uma inteligência fora de série. E, sobretudo, havia nele alguma coisa superior à inteligência: uma forma de “ver as coisas do alto”, como disse o cardeal de Bonald, um dom de intuição que escapava a toda a lógica, mas que se revelava quase infalível, uma grandeza que se impunha ao interlocutor mais obtuso ou mais hostil: numa palavra, uma força soberana, a par da simplicidade mais natural e da mais autêntica humildade. “Para crer na presença do Sobrenatural – pôde alguém dizer dele -, basta olhá-lo”. Todos os que o viram deram o mesmo testemunho da sua irradiação espiritual, da misteriosa “aura” que rodeava o seu corpo sem prestígio. Uma palavra resume tudo sobre a realidade profunda que o sustentava. Foi dita pelo bispo de Belley, num dia em que alguns padres deploravam diante dele, cheios de compaixão, a ignorância do seu confrade, a nulidade que era em matéria de teologia e de casuística: “&lt;strong&gt;Não sei se ele é instruído; sei que é iluminado&lt;/strong&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim era, pois, aquele que Ars-en-Dombes ia guardar durante quarenta e um anos seguidos, aquele que viria a identificar-se tão totalmente, tão plenamente, com essa ínfima aldeia, que iria como que ser absorvido por ela, perder até o nome de família a favor do seu pobre título, não ficando a ser, “tanto no futuro como no Céu”, nada mais que o Cura d´Ars. Quarenta e um anos, “e sempre contra vontade” – diz a excelente Catherine Lassagne, que o acompanhou no seu presbitério. Porque, torturado pela angústia de não ser digno da pesada missão de padre, esse humilde diante de Deus há de fugir da paróquia pelo menos três vezes, decidido a deixar o lugar “a alguém menos ignorante”, e serão os próprios paroquianos que o reterão, à custa de mil e uma astúcias. Quarenta e um anos de uma vida que, aparentemente, parecerá a mais banal, a mais monótona que se possa imaginar, mas na qual se desenrolará, num plano que já não pertence à terra, a aventura mística mais espantosa da sua época.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando Jean-Marie chegou, Ars não passava da mais morna das comunidades cristãs. “Lá, não gostavam muito de Deus”. Mas, logo que viram como vivia o novo cura, os paroquianos compreenderam que alguma coisa tinha mudado. Começou por mandar restituir ao castelo os móveis confortáveis que a piedosa Mme. des Garets tinha emprestado ao presbitério. Depois, pôs-se a restaurar a igreja, que estava caindo aos pedaços, fazendo por suas próprias mãos “o trabalho doméstico de Deus”. A seguir, só se falava na aldeia de que o novo encarregado da capelania de Ars tinha um modo singularíssimo de alimentar-se: umas tantas côdeas de pão seco, uma panela de batatas, que mandava coser cada três semanas e que ia comendo frias. Por último, as boas mulheres que, de tempos a tempos, conseguiam penetrar na casa paroquial para cuidar dos trabalhos domésticos, contavam que encontravam roupa ensangüentada, manchas vermelhas nas paredes… E compreendeu-se então para que serviam as correntes que o padre mandara forjar na oficina do ferreiro. Esses jejuns, essas penitências – que o Cura d´Ars conservará durante toda a vida – fizeram tanto maior impressão quanto a verdade é que essa terrível ascese não impedia M. Vianney de ser de uma delicadeza, de uma mansidão perfeitas, sem querer impor a ninguém os golpes de disciplina que a si mesmo infligia – e que nem uma só vez deixou transparecer. Quando, porém, este ou aquele se permitia aludir aos rigores que ele aplicava ao seu corpo, respondia com o melhor dos sorrisos que era coisa muito apropriada para “o velho Adão” ou “o cadáver”…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Poder do exemplo: foi, indubitavelmente, por aí que Jean-Marie Vianney se impôs: primeiro, às suas ovelhas; depois, a outras. Pouco a pouco, a paróquia transformou-se. Homens, mulheres, crianças foram agrupados em confrarias ou obras. Abriu-se uma escola gratuita, a “Casa da Providência”, aonde afluíram as meninas, incluindo as órfãs, as abandonadas, as desafortunadas. &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Os maus hábitos, como o do baile e da taberna, contra os quais o padre era severo, foram desaparecendo da paróquia&lt;/span&gt;. Para não o desgostarem, os moços e as moças menos recatados refreavam o seu comportamento. “O respeito humano voltou-se do avesso”, e passou a ser tão vergonhoso apanhar uma bebedeira como o era, na véspera, não beber com os outros. A igreja, ainda ontem meio vazia, encheu-se e, como a gente dos arredores ganhou o costume de a freqüentar, passou a ser pequena. Quem havia de prever semelhante mudança, quando, meia dúzia de anos antes, o arcebispo encarara seriamente a hipótese de suprimir a paróquia?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E, no entanto, Jean-Marie Vianney não era grande orador; o que servia aos seus ouvintes não eram grandes trechos de eloqüência. Tinha a voz gutural; tendia a gritar; muitas vezes perdia o fio do discurso, parava e depois retomava a palavra fosse lá como fosse; por fim, como não sabia como acabar, cortava o sermão e descia do púlpito subitamente. Quanto à matéria dos sermões, nada tinha de original. O mesmo se diga da catequese, que dava a crianças e adultos várias vezes por semana. Não tinha escrúpulo em ir buscar material às coletâneas de Bonnardel, de Joly, de Billot, do pe. Lejeune, sermonários de largo uso na época, assim como ao catecismo do campo. Copiava um parágrafo aqui, outro acolá, harmonizava-os conforme podia; mas, sobre todo esse mosaico, punha a sua marca, transformando as frases excessivamente bem construídas em fórmulas simples, populares, com comparações e imagens que impressionavam o ouvinte. Por exemplo: para mostrar a ação do pecado na alma, comparava-o a uma mancha de azeite num pano de lã: mesmo que a lavemos dez vezes, não sai! E, ao passarem pelos seus lábios – todos os que o ouviram concordam nisto –, esses pobres sermões ganhavam um poder de sugestão extraordinário. Podia anunciar os castigos do Juízo Final, ou falar interminavelmente do amor de Deus pelos homens, da sua infinita misericórdia, que encontrava sempre, como por instinto, as palavras que iam até ao fundo das almas. E que dom de descobrir fórmulas! Pelo menos uma delas ficou a pertencer ao mais raro florilégio do pensamento cristão. Ouvindo certo dia uma viúva que estava angustiada porque o marido se tinha lançado ao rio e se afogara, e que tremia convencida de que ele se condenara, que lhe respondeu o Cura de Ars? Simplesmente isto: “&lt;strong&gt;Entre a ponte e a água, houve tempo para o arrependimento e o perdão&lt;/strong&gt;”. Entre a ponte e a água…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Era assim o padre que a aldeia de Ars conservou por quarenta e um anos. O padre. E esta única palavra diz tudo. Porque Jean-Marie Vianney não foi senão um padre, um simples padre, todo ele entregue às almas, devorado pela sua missão, integralmente fiel à sua vocação. Nada mais que isso; nada menos que isso. Mas esse sacerdócio, que estivera a ponto de lhe ser recusado, fê-lo ele subir a um nível tão alto que se revelou inigualável. Nunca ninguém falou melhor que ele acerca do padre, da grandeza da sua função, do seu papel sobrenatural. “&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Ah! Como o padre é qualquer coisa de grande! O padre só poderá ser compreendido no Céu. Se o compreendêssemos neste mundo, morreríamos – não de terror, mas de amor… Depois de Deus, o padre é tudo! Deixai uma paróquia vinte anos sem padre: hão de adorar os animais!&lt;/span&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas também ninguém disse melhor que ele o que há de terrível para um homem em ser depositário do poder de Deus, em ter o direito de absolver e o de fazer o próprio Deus descer à hóstia. “Como é terrível ser padre!” – repetia muitas vezes –, e o seu rosto inundava-se de lágrimas. “&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Como é de lamentar um padre quando diz missa como coisa banal… Oh!, como é infeliz um padre a quem falte interioridade!&lt;/span&gt;” Um padre. Apenas padre. Aí reside o caráter extraordinário da sua aventura. Foi só por não ter sido nada mais que padre que Jean-Marie Vianney se tornou uma glória da terra, antes de ser um santo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sim. Pouco a pouco, ou melhor, bem depressa, o renome do Cura d´Ars transbordou do quadro estreito da sua minúscula paróquia. Chamavam-no aqui, ali, acolá, para falar, para confessar. E, sobretudo, espontaneamente, havia homens e mulheres que se lançavam à estrada, por terem ouvido dizer que, algures nos Dombes, numa aldeia perdida, havia um padre que falava de Deus, confessava, confortava. Menos de dez anos depois de ter chegado, a corrente de peregrinos que afluía a Ars tomara a força de um acontecimento, não somente regional, mas nacional e internacional. Calcula-se em 80.000, em média, os peregrinos que, ano após ano, e durante trinta anos, se sucederam em Ars. No último ano, que foi o da morte do santo, foram para cima de 100.000. A aldeia mais que duplicou. À volta da igreja, conforme se vê nas gravuras da época, multiplicaram-se as “pensões burguesas” e as lojas onde se vendiam objetos de devoção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quem eram esses que acorriam a Ars? Vinham de todos os países, pertenciam a todas as classes sociais. Aquele a quem os companheiros de seminário chamavam pobre de espírito, aquele de quem alguns colegas de sacerdócio troçavam por ser intelectualmente nulo, era procurado por homens notáveis que o vinham consultar: intelectuais de alto nível, almas comprovadamente espirituais, como, por exemplo, o pe. Lacordaire, preocupado com o futuro da sua Ordem, ou o pe. Chevrier, fundador, em Lyon, do Prado, ou o pe. Muard, que iria fundar os beneditinos da Pierre-qui-Vire, ou mons. Ségur, o bispo cego, ou mons. Ullathorne, inglês convertido, discípulo de Wiseman, por este enviado a Roma para resolver a questão do restabelecimento da Hierarquia na Inglaterra e que parou em Ars e chegou a pensar em nunca mais sair de lá… Não havia ninguém que não se retirasse consolado, encorajado, guiado. Ninguém que não pudesse dizer, como certo humilde vinhateiro do Mâcon: “Vi Deus num homem”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esse prodigioso afluxo teve, para o Cura d´Ars, uma conseqüência penosa. A sua vida tornou-se a vida de um forçado de Cristo, noite e dia preso a uma tarefa cuja amplitude ia além das forças humanas. É certo que lhe tinham dado um auxiliar, que, de resto, pelo seu temperamento, foi para ele, muita vez, ocasião de penitências suplementares… E até se constituiu um grupo de missionários destinado a ajudá-lo. Mas &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;era ele, só ele, quem os inúmeros fiéis queriam ver; só a ele queriam confiar as suas misérias; só dele esperavam esperança e paz&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então, devorado pelo zelo das almas, Jean-Marie Vianney fez-se escravo do confessionário. Nessa pequena caixa de madeira em que no inverno gelava e no verão abafava, passava horas, dias, meses, anos inteiros… Chegou a ficar lá dezoito horas seguidas! Também chegou a desmaiar, sufocado com a falta de ar e o mau cheiro. Os dias eram para ele “regulados como uma pauta de música”. Pouco depois da meia noite, ia para a igreja, de lanterna na mão. Já a multidão o esperava à porta e logo começava o desfile. Foi preciso organizar um serviço de ordem! As mulheres eram atendidas no confessionário, que ficava numa capela lateral. Os homens que não gostavam de ser vistos iam à sacristia. Os padres – o próprio bispo de Belley – ajoelhavam-se por trás do altar-mor. Quer a confissão fosse longa ou curta, a exortação do padre era sempre breve, mas bastava para que o penitente ficasse transtornado e, muitas vezes, se retirasse de rosto banhado em lágrimas. Nesse desenrolar atrozmente monótono de feios pecados, de impurezas grandes ou pequenas, só duas interrupções: uma, para a missa, pelas quatro da manhã; outra, para o catecismo, às onze. E isso durou mais de trinta anos…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Semelhante heroísmo seria ainda deste mundo? À volta desse homem de Deus, o sobrenatural surgia em tudo. Uma coisa era certa: &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;ele tinha o dom de ler nos corações&lt;/span&gt;. Bem o descobriam à sua custa aqueles que tentavam trapacear com Deus, calar pesadas faltas, diminuir um pouco a conta dos anos em que não se tinham confessado: com um olhar, o padre trespassava-os como um raio de luz, e, em duas palavras, situava-os diante da triste verdade da sua miséria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Veria ele ainda mais alguma coisa, outras realidades? Ferozmente mudo sobre este ponto, fugindo a todas as perguntas, recusava-se a dizer se era verdade que tivera visões de Nossa Senhora, de São João Batista, de alguns outros santos talvez, como insistentemente se dizia. “Uma impressão que tive muitas vezes – diz um dos seus íntimos, que freqüentemente o ajudava à missa – é que ele via aquilo que adorava”. Mas &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;havia outro capítulo sobre o qual o santo era um pouco mais loquaz: o da luta terrível, que, por mais de trinta anos, sustentou com o adversário, o próprio Satanás&lt;/span&gt;, a quem chamava, com um termo saboroso, “&lt;em&gt;le grappin&lt;/em&gt;” [“a fisga”], e que reconhecia ter encontrado tanta vez que eram “como dois velhos camaradas”. Quanto aos seus milagres, dos quais o processo de canonização consideraria uns trinta, todos eles tinham um ar de simplicidade que devemos dizer evangélica: multiplicação do pão para o orfanato da paróquia, cura de enfermos, leituras do futuro. Em todos eles se encontrava, como diziam os cristãos da primitiva Igreja, “o bom odor de Cristo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A glória humana acompanhou essa glória celeste, singularmente manifestada na terra. Os peregrinos de Ars difundiam-na ao longe e ao largo, de modo que vinham pelas estradas das Dombes curiosos, até descrentes, que, na maior parte dos casos, de lá voltavam adivinhados, confusos, demudados. A imprensa falava. Nas lojas próximas da igreja, vendiam-se estampas com a figura do santo cura, o que bastava para o fazer zangar-se: “É o meu carnaval”, dizia ele, mostrando-as. Pôs no olho da rua o escultor que teve a imprudente audácia de lhe pedir licença para fazer a sua estátua. Quando o bispo lhe enviou a murça de cônego honorário, o santo agradeceu-lhe muito amavelmente, mas logo vendeu o inútil ornamento e pôs o dinheiro ao serviço dos pobres. Quanto à Legião de Honra que o sub-prefeito de Trévoux conseguiu para ele, recusou-se evidentemente a colocá-la ao peito e imediatamente a deu de presente, visto que era um objeto sem valor comercial e inútil para as suas obras de caridade. Nada lhe iria faltar para entrar na lenda em vida. Nada: nem sequer a ácida inveja de alguns dos seus confrades, ou a gritaria daqueles a quem incomodava, ou até as cartas anônimas e as injúrias. &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;A todos os ataques respondia afirmando que os piores tratamentos eram ainda suaves demais para um asno e um pecador da sua laia, o que deixava envergonhados os cínicos&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nos últimos dias de julho de 1859, a morte, cuja chegada anunciara, veio arrancá-lo por fim à sua tarefa sem medida. Morreu na noite de 3 de agosto, de olhos voltados para o Céu, “com uma expressão extraordinária de fé e de felicidade”, no dizer de uma testemunha. E logo acorreram multidões, massas imensas de gente, em que se misturavam os ricos e os pobres, entre eles o novo bispo de Belley, que se deslocou a pé desde Meximieux, a quarenta quilômetros, “sem fôlego, comovido, rezando em voz alta”. Ars bem sabia que tinha acabado de perder um santo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;fonte : &lt;a href="http://beinbetter.wordpress.com/2009/06/27/o-cura-dars/"&gt;Eclesia Una &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-5551376381188725857?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/5551376381188725857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=5551376381188725857' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/5551376381188725857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/5551376381188725857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2009/07/sao-joao-maria-vianey.html' title='São João Maria Vianey'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/SmI6rPDN9PI/AAAAAAAACLM/x7pFTqZiZpQ/s72-c/vianney1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26634552.post-8385057041716642368</id><published>2009-06-21T16:25:00.000-07:00</published><updated>2009-06-21T16:28:47.224-07:00</updated><title type='text'>Entrevista com São Pio de Pieltrecina sobre Santa Missa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/Sj7Bo45oapI/AAAAAAAACDY/WIqbOAGCDpE/s1600-h/PadrePio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 313px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/Sj7Bo45oapI/AAAAAAAACDY/WIqbOAGCDpE/s320/PadrePio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349926315575765650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Entrevista com Padre Pio sobre a Missa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry"&gt;&lt;div class="snap_preview"&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, o Sr. ama o Sacrifício da Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Sim, porque Ela regenera o mundo. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Que glória dá a Deus a Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Uma glória infinita.                                 &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Que devemos fazer durante a Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Compadecer-nos e amar. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, como devemos assistir à Santa Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Como assistiram a Santíssima Virgem e as piedosas mulheres. Como assistiu S. João Evangelista ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrifício cruento da Cruz. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, que benefícios recebemos ao assistir à Santa Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Não se podem contar. Vê-lo-ás no céu. Quando assistires à Santa Missa, renova a tua fé e medita na Vítima que se imola por ti à Divina Justiça. Não te afastes do altar sem derramar lágrimas de dor e de amor a Jesus, Crucificado por tua salvação. A Virgem Dolorosa te acompanhará e será tua doce inspiração. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, que é sua Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;&lt;em&gt;Uma união sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo. &lt;/em&gt;(Dizia-o chorando.)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Que devo descobrir na sua Santa Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Todo o Calvário. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, diga-me tudo o que o senhor sofre durante a Santa Missa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Sofro tudo o que Jesus sofreu na sua Paixão, embora sem proporção, só enquanto pode fazê-lo uma criatura humana. E isto, apesar de cada uma de minhas faltas e só por sua bondade. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, durante o Sacrifício divino o senhor carrega os nossos pecados?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Não posso deixar de fazê-lo, já que é uma parte do Santo Sacrifício. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O senhor considera a si mesmo um pecador?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Não o sei, mas temo que assim seja. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Eu já vi o senhor tremer ao subir aos degraus do altar. Por quê? Pelo que tem de sofrer?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Não pelo que tenho de sofrer, mas pelo que tenho de oferecer. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Em que momento da Missa o senhor sofre mais?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Na Consagração e na Comunhão. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, esta manhã na Missa, ao ler a história de Esaú, que vendeu os direitos de sua primogenitura, seus olhos se encheram de lágrimas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Parece-te pouco desprezar o dom de Deus!? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Por que, ao ler o Evangelho, o senhor chorou quando leu estas palavras: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue…”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Chora comigo de ternura! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, por que o senhor chora quase sempre que lê o Evangelho na Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;A nós nos parece que não tem importância que um Deus fale às suas criaturas e elas O contradigam e continuamente O ofendam com sua ingratidão e incredulidade. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Sua Missa, Padre, é um sacrifício cruento?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Herege! &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Perdão, Padre, quis dizer que na Missa o Sacrifício de Jesus não é cruento, mas a sua participação em toda a Paixão o é. Engano-me?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Não, nisso não te enganas. Creio que tens toda a razão. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quem lhe limpa o sangue durante a Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Ninguém. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, por que o senhor chora no Ofertório?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Queres saber o segredo? Pois bem: porque é o momento em que a alma se separa das coisas profanas. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Durante sua Missa, Padre, o povo faz um pouco de barulho…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Se estivesses no Calvário, não ouvirias gritos, blasfêmias, ruídos, e ameaças? Havia um alvoroço enorme. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não o distraem os ruídos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Em nada. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, por que sofre tanto na Consagração?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Não sejas maldoso… (Não quero que me perguntes isso…) &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, diga-me: por que sofre tanto na Consagração?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Porque nesse momento se produz realmente uma nova e admirável destruição e criação. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, por que chora no altar, e que significam as palavras que pronuncia na Elevação? Pergunto por curiosidade, mas também porque quero repeti-las com o senhor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Os segredos do Rei Supremo não podem revelar-se nem profanar-se. Pergunta-mes por que choro, mas eu não queria derramar essas pobres lagrimazinhas, mas torrentes de lágrimas. Não meditas neste grandioso mistério? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, o senhor sofre, durante a Missa, a amargura do fel?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;&lt;em&gt;Sim, muito freqüentemente… &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, como pode estar-se de pé no Altar?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Como estava Jesus na Cruz. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;No altar, o senhor está pregado na Cruz, como Jesus no Calvário?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;E ainda me perguntas? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Como se acha o senhor?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Como Jesus no Calvário. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;adre, os carrascos deitaram a Cruz no chão para pregar os cravos em Jesus?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Evidentemente. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Ao senhor também lhos pregam?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;E de que maneira! &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Também deitam a Cruz para o senhor?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Sim, mas não devemos ter medo. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, durante a Missa o senhor pronuncia as Sete Palavras que Jesus disse na Cruz?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Sim, indignamente, mas também as pronuncio. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E a quem diz: “Mulher, eis aí teu filho”?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Digo para Ela: “Eis aqui os filhos de Teu Filho”. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O senhor sofre a sede e o abandono de Jesus?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Sim. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Em que momento?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Depois da Consagração. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Até que momento?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Costuma ser até a Comunhão. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O senhor diz que tem vergonha de dizer: “Procurei quem me consolasse e não achei”. Por quê?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Porque nossos sofrimentos de verdadeiros culpados não são nada em comparação com os de Jesus. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Diante de quem sente vergonha?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Diante de Deus e da minha consciência. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Os Anjos do Senhor o reconfortam no Altar em que o senhor se imola?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Pois… não o sinto. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Se não lhe vem o consolo até à alma durante o Santo Sacrifício, e o senhor sofre, como Jesus, o abandono total, nossa presença não serve para nada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;A utilidade é para vós. Por acaso foi inútil a presença da Virgem Dolorosa, de São João e das piedosas mulheres aos pés de Jesus agonizante? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Que é a Sagrada Comunhão?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;É toda uma misericórdia interior e exterior, todo um abraço. Pede a Jesus que se deixe sentir sensivelmente. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quando Jesus vem, visita somente a alma?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;O ser inteiro. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Que faz Jesus na Comunhão?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Deleita-se na sua criatura. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quando se une a Jesus na Santa Comunhão, que quer peçamos a Deus pelo senhor?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Que eu seja outro Jesus, todo Jesus e sempre Jesus. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O senhor sofre também na Comunhão?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;É o ponto culminante. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Depois da Comunhão, continuam seus sofrimentos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Sim, mas não sofrimentos de amor. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A quem se dirigiu o último olhar de Jesus agonizante?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;À sua Mãe. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;E o senhor para quem olha?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Para meus irmãos de exílio. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O senhor morre na Santa Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Misticamente, na Sagrada Comunhão. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;É por excesso de amor ou de dor?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Por ambas as coisas, porém mais por amor. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Se o senhor morre na Comunhão, continua a ficar no Altar? Por quê?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Jesus morto permanecia pendente da Cruz no Calvário. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, o senhor disse que a vítima morre na Comunhão. Colocam o senhor nos braços de Nossa Senhora?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Nos de São Francisco. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, Jesus desprega os braços da Cruz para descansar no Senhor?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Sou eu quem descansa n’Ele! &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quanto ama a Jesus?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;&lt;em&gt;Meu desejo é infinito, mas a verdade é que, infelizmente, tenho de dizer&lt;/em&gt; nada&lt;em&gt; e me causa pena. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, por que o senhor chora ao pronunciar a última palavra do Evangelho de São João: “E vimos sua glória como do Unigênito Pai, cheio de graça e de verdade”?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Parece-te pouco? Se os Apóstolos, com seus olhos de carne, viram essa glória, como será a que veremos no Filho de Deus, em Jesus, quando se manifestar no céu? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Que união teremos então com Jesus?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;A Eucaristia nos dá uma idéia. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Santíssima Virgem assiste à sua Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Julgas que a Mãe não se interessa por seu Filho? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;E os Anjos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Em multidões. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, quem está mais perto do Altar?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Todo o Paraíso. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O senhor gostaria de celebrar mais de uma Missa por dia?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Se eu pudesse, não quereria descer do Altar. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Disseram-me que traz com o senhor o seu próprio Altar…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Sim, porque se realizam estas palavras do Apóstolo: “Eu trago no meu corpo os estigmas de Jesus”. “Estou cravado com Cristo na Cruz.” “Castigo o meu corpo, e o reduzo à escravidão…” &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Nesse caso, não me engano quando digo que estou vendo Jesus Crucificado!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;(Nenhuma resposta)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="????==&amp;quot;MsoNormal&amp;quot;" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, o senhor se lembra de mim na Santa Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Durante toda a Missa, desde o princípio até o fim, lembro-me de ti. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Missa do Padre Pio, em seus primeiros anos, durava mais de duas horas. Sempre foi um êxtase de amor e de dor. Seu rosto estava inteiramente concentrado em Deus e cheio de lágrimas. Um dia, ao confessar-me, perguntei-lhe sobre este grande mistério:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, quero fazer-lhe uma pergunta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Dize-me, filho. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Padre, queria perguntar-lhe que é a Missa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Por que me perguntas isto? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Para ouvi-la melhor, Padre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Filho, posso dizer-te que é a minha Missa. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Pois é isso o que quero saber, Padre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Meu filho, estamos na Cruz, e a Missa é uma contínua agonia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;Fonte : de Tradition Catolica, nº &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;141, nov. 98&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;" &gt;   citando “Assim Falou o Padre Pio” (S. Giovanni Rotondo, Foggia, Itália, 1974) com o Imprimatur de D. Fanton, Bispo Auxiliar de Vicenza.   &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26634552-8385057041716642368?l=anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/feeds/8385057041716642368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26634552&amp;postID=8385057041716642368' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/8385057041716642368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26634552/posts/default/8385057041716642368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anosacerdotal-flos-carmeli.blogspot.com/2009/06/entrevista-com-sao-pio-de-pieltrecina.html' title='Entrevista com São Pio de Pieltrecina sobre Santa Missa'/><author><name>Flos Carmeli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00294861809303931262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/STRGRUtgpuI/AAAAAAAABmM/a3iLIZwaJKI/S220/14383.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_MyMaJWEqHFk/Sj7Bo45oapI/AAAAAAAACDY/WIqbOAGCDpE/s72-c/PadrePio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
